Google juntou-se com a Grande Pharma para se tornar uma empresa farmacêutica

Google juntou-se com a Grande Pharma para se tornar uma própria empresa farmacêutica

O que antes era nas escuras, hoje nem mesmo se preocupam em esconder os seus atos contra a humanidade, por conta é claro da super alienação de massa, realizada pela a maior arma de todos os tempos a mídia corporativa. Como você pode perceber, os globalistas maléficos, que visavam o lucro, agora mais do que nunca, visam a redução populacional, em nome do “bem maior” ("Salvar o Planeta de nós"), no qual dominam países com suas corporações espalhadas por todo o mundo – seja a matança pela alimentação, água, medicamentos farmacêuticos, doenças disseminadas por vacinação em massa, nosso ar, agroquímicos etc etc.. Estamos sendo constantemente levados para o buraco negro, muitas vezes sem nem mesmo perceber esse assassinato sutil

Como você provavelmente está ciente, informações precisas sobre saúde natural e bem-estar é cada vez mais difícil de encontrar no Google agora que a plataforma de tecnologia está alterando resultados de preenchimento automático e até mesmo proibindo sites inteiros em um esforço para impedir que os usuários busque qualquer informação na web, permitido apenas propagandas da indústria de matança sutil, a Grande Pharma. 

Embora possa parecer que esta é apenas outra manifestação do conluio das grandes empresas de tecnologia da rede, com a Grande Pharma, que tem bolsos profundos e, portanto, muita influência corrupta - a verdade é que o Google se transformou em seu próprio conglomerado farmacêutico , o que significa que agora tem um interesse especial. Em censurar a verdade sobre superalimentos, suplementos dietéticos e outras abordagens não-farmacêuticas para que também as pessoas não tenha uma vida saudável, e conseguemtemente, ameaçar os lucros das drogas e das vacinas. 

Como recentemente relatado por Gary Null e Richard Gale, o Google atualmente tem uma divisão farmacêutica que é liderada por ninguém menos que o ex-presidente global de negócios de vacinas da GlaxoSmithKline (GSK - link da sede do Brasil), uma gigante internacional, e nacional que está sendo envolvida repetidamente em fraudes criminosas

Acontece que a empresa-mãe do Google, a Alphabet, lançou não apenas uma, mas duas empresas farmacêuticas separadas nos últimos seis anos. O primeiro foi o Calico, fundado em 2013 e dirigido por Arthur Levinson, ex-CEO da Genentech, cujo medicamento Rituxan para o linfoma foi implicado em várias mortes de pacientes

A segunda empresa farmacêutica fundada pelo Google é a Verily Life Sciences, anteriormente conhecida como Google Life Sciences, que foi relatado pelo NaturalNews.com por ter lançado 20 milhões de mosquitos infectados com uma bactéria destruidora da fertilidade no coração da Califórnia. (Este relado me fez lembrar de quando soltaram milhões de mosquitos transgênicos em várias áreas do Brasil, sobe pretexto de acabar com o mosquito da dengue, logo mais tarde surgiu o tal Chikungunya, Aedes aegypti e Aedes albopictus e outros, estranho não ?) 

Tanto a Calico quanto a Verily Life Sciences estão fazendo parcerias ativas com outras empresas farmacêuticas, incluindo a GlaxoSmithKline (GSK), para criar ainda mais novas empresas farmacêuticas, bem como novas classes de drogas como "medicamentos bioeletrônicos" que esperam que se tornem "superpopulares" que obtenham lucros máximos. O Google recentemente formou uma parceria de US $ 715 milhões com a Galvani Bioelectronics, como um exemplo, que está sendo presidido pelo mesmo ex-presidente da GlaxoSmithKline (GSK) do setor de vacinas globais que lidera a divisão farmacêutica do Google. 

"O Google hoje não é apenas uma arma para promover a agenda farmacêutica, mas agora também uma empresa farmacêutica", explicam Gary Null e Richard Gale em sua análise. 

O presidente do Google  está no conselho de administração da Merck & Co. 


A Merck & Co. com atuação inclusive aqui no Brasil, sobre o nome (MSD Brasil) fabricante da infame vacina MMR para sarampo, caxumba e rubéola, é outro grande nome na indústria farmacêutica que está similarmente conectado ao Google, com Mary Ellen Coe, presidente do Google de "soluções para clientes", atualmente também no conselho de diretores da Merck. 

A Merck, como você deve se lembrar, é considerada uma das maiores fabricantes de vacinas do mundo, com muito a perder quando os pais isentam seus filhos de serem vacinados. Isso explicaria por que o Google, assim como a Amazon e muitas outras plataformas de tecnologia, tem censurado todo o conteúdo que questiona a segurança e a eficácia das vacinas. 

"Esta estratégia, lançada há 6 anos, ganhou força com a qual agora empresas como Google e Facebook foram absorvidas pelo maquinário farmacêutico", prosseguem Gary Null e Richard Gale. "Os terríveis resultados deste casamento já estão sendo sentidos, já que a Wikipedia e outras mídias sociais virtuais se tornaram apenas mais um porta-voz da Grande Pharma." 

Google criminoso: Ganhando bilhões com farmácias online ilegais 


Além de se tornar seu próprio conglomerado farmacêutico, o Google também já foi exposto como co-conspirador na venda ilegal de drogas online. Segundo relatos, o Google já arrecadou mais de US $ 1 bilhão de farmácias online ilegais que, diferentemente do conteúdo de saúde natural, não estão sendo bloqueadas nos resultados de pesquisa ou removidas do recurso de preenchimento automático do Google. 

O Departamento de Justiça dos EUA, está planejando recuperar cerca de US $ 500 milhões desse lucro ilícito na forma de multas, embora essas multas ainda não tenham sido cobradas. 

Enquanto isso, a Amazon recentemente gastou US $ 1 bilhão para adquirir uma empresa farmacêutica conhecida como PillPack que "pré-prescreve medicamentos e os envia diretamente para as residências dos clientes em 49 estados". Segundo relatos, a Amazon também está trabalhando com outra empresa farmacêutica para invadir registros médicos e identificar pacientes que possam ser elegíveis para “medicamentos contra o câncer experimentais” - significando lucros ainda maiores tanto para a Amazon quanto para a Grande Pharma. 

Esse parece ser o novo modelo de negócios das grandes corporações de tecnologias e redes sociais: usar seu poder de censura descontrolado e controlando monopólio para continuar silenciando toda a verdade enquanto acumula ainda mais poder e controle ao adquirir e absorver indústrias de alto lucro, como produtos farmacêuticos - sendo a final a destruição total de liberdade de expressão, competição e liberdade individual. 

O Google já admitiu que pretende frustrar os resultados de seus mecanismos de busca para favorecer as drogas e vacinas produzidas por suas próprias companhias farmacêuticas, incluindo as ofertas da Verily Life Sciences.