Maconha: entenda as diferenças entre usos medicinais e recreativo

Maconha: entenda as diferenças entre o usos medicinal e recreativo

A planta Cannabis, encontrada nas espécies Sativa, Indica e a Ruderalis tem em seus princípios ativos, os chamados canabinóides, efeitos diferentes sobre o corpo. Eles podem ter funções alucinógenas e estimulantes, como o Tetra-hidrocanabinol
,(THC), e analgésicas, como o canabidiol (CBD). Recomendado:10 Benefícios apoiados pela ciência da cannabis

O que difere os usos medicinais e recreativos da planta é a própria forma de separação dos canabinóides. A maconha medicinal prevê o isolamento das substâncias para produção de óleos, soros, pílulas etc. , permitindo ao princípio ativo  agir no local e eficazmente. Ao isolar os princípios, por exemplo, um paciente que sofre de distúrbios alimentares pode receber uma maior concentração de THC, mesmo que este seja um dos princípios menos usados em tratamentos, e um outro que sofre de epilepsia, esquizofrenia e outras doenças como parkinson e ansiedade pode receber o CBD concentrado. Recomendado: Médicos ficam chocados quando o óleo de cannabis cura mulher de câncer terminal


Uso recreacional 


Nota do editor - Uso recreativo permitido apenas nos EUA e outros países, no Brasil é proibido por lei - O uso recreacional da erva socialmente serve para objetivos pessoais. Como tomar uma cerveja ou fumar um cigarro, o foco do usuário é o prazer, não um tratamento. Existem variedades de cultivo com concentrações maiores de CBD e THC no uso da maconha recreativa, mas estes não são separados em laboratório. 



Autoridades divergem da aplicação da lei


As plantações da Cannabis remontam à China de 2500 A.C. Desde então, por várias civilizações, a maconha é usada como remédio e recreação. Recomendado: Cannabis medicinal, uma cura para todos os males de saúde

No Brasil, a droga é proibida. Embora a Lei de Drogas atual diga que: “pode a União (Governo) permitir o plantio, a cultura e a colheita dos vegetais referidos (Cannabis) exclusivamente para fins medicinais ou científicos, em local e prazo predeterminados, mediante fiscalização, respeitadas as ressalvas supramencionadas”. Mesmo assim, apenas um remédio, o Mevatyl, é produzido e vendido nacionalmente para o tratamento de esclerose múltipla.

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) tentou, em 2019, pôr em prática a legislação vigente para pesquisar mais profundamente a droga e abrir patentes atualmente ilegais. A medida foi vista como apologia às drogas pelo Ministro da Cidadania, Osmar Terra (MDB), que inclusive ameaçou fechar a agência caso ela implementasse o regulamento.

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