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Vacinação

REVELAÇÃO BOMBÁSTICA: TV indiana expõe como a Pfizer intimida e chantageia os governos com vacinas COVID, inclusive o Brasil

Vacinação: REVELAÇÃO BOMBÁSTICA: TV indiana expõe como a Pfizer intimida e chantageia os governos com vacinas COVID, inclusive o Brasil... A Pfizer ganhou o poder de silenciar o Brasil.

Fabio Allves
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REVELAÇÃO BOMBÁSTICA: TV indiana expõe como a Pfizer intimida e chantageia os governos com vacinas COVID, inclusive o Brasil

WION Gravitas, um programa popular do horário nobre da Índia que traz notícias e discussões aos telespectadores sobre questões simultâneas e de todo o mundo, expôs em um episódio recente como a Pfizer intimida e chantageia os países para impor e lucrar com o frenesi de vacinas.

Uma organização sem fins lucrativos chamada Public Citizen obteve um contrato confidencial não redigido da Pfizer para algumas de suas negociações. Os contratos mostram como a Pfizer pode impedir os países de falar sobre seus contratos, bloquear as doações de vacinas, alterar unilateralmente os cronogramas de entrega e exigir ativos públicos como garantia.

“Os contratos oferecem um raro vislumbre do poder que uma empresa farmacêutica ganhou para silenciar governos, reduzir o fornecimento, mudar o risco e maximizar os lucros na pior crise de saúde pública em um século”, relatou o Public Citizen .

A tabela abaixo é um exemplo dos países onde a Pfizer tem contratos.


A âncora da TV Gravitas, Palki Sharma Upadhyay, disse que países desesperados estão sendo forçados a fazer concessões humilhantes à Pfizer. Eles descobriram algumas revelações sérias. Abaixo estão os 6 pontos principais sobre os contratos da Pfizer que foram revelados.

  • A Pfizer se reserva o direito de silenciar governos - a Pfizer está silenciando os governos por meio de seus contratos. Obrigou os países a não falarem sobre os negócios que fazem na hora.
  • A Pfizer controla a distribuição das doses - a Pfizer controla as doações das doses, não o país que as compra. A Pfizer decidirá para aonde vão às injeções.
  • A Pfizer garantiu uma “renúncia de IP” para si mesma - Se a Pfizer for acusada de roubo de propriedade intelectual, os governos não pagarão à empresa.
  • Árbitros privados, não tribunais públicos, decidem disputas em segredo - Se houver disputas, árbitros privados e não tribunais públicos decidirão sobre elas.
  • A Pfizer pode ir atrás de ativos do estado - A Pfizer pode ir atrás de ativos do estado para garantir sua compensação.
  • A Pfizer toma decisões sobre as principais decisões - a Pfizer decide o cronograma de entrega e muito mais.

A Pfizer ganhou o poder de silenciar os governos, inclusive o Brasil


Como destaca o
 Public Citizen -  Em janeiro, o governo brasileiro reclamou que a Pfizer estava insistindo em termos contratuais em negociações que eram “injustas e abusivas”. O governo apontou cinco termos que considerou problemáticos, variando de uma renúncia de imunidade soberana sobre ativos públicos à falta de penalidades para a Pfizer se as entregas atrasassem. O Bureau of Investigative Journalism logo publicou uma história contundente sobre as negociações da vacina da Pfizer.

Menos de dois meses depois, o governo brasileiro aceitou um contrato com a Pfizer que contém a maioria dos mesmos termos que o governo já considerou injustos. O Brasil renunciou à imunidade soberana; não impôs penalidades à Pfizer por atrasos nas entregas; concordou em resolver disputas sob uma arbitragem privada secreta sob as leis de Nova York; e indenizou amplamente a Pfizer por ações civis.

O contrato também contém um termo adicional não incluído em outros acordos latino-americanos revisados ​​pelo Cidadão Público: O governo brasileiro está proibido de fazer "qualquer anúncio público relativo à existência, objeto ou termos do [Acordo]" ou comentar sobre seu relacionamento com a Pfizer sem o consentimento prévio por escrito da empresa. A Pfizer ganhou o poder de silenciar o Brasil.

O Brasil não está sozinho. Uma cláusula de não divulgação semelhante está contida no contrato da Pfizer com a Comissão Europeia e o governo dos Estados Unidos. Nesses casos, porém, a obrigação aplica-se a ambas as partes.

Você pode ler a análise detalhada de cada item no site do Public Citizen ou baixar o relatório completo aqui.

O vídeo do canal WION já acumulou 36 mil curtidas e quase 7 mil comentários no Youtube. Surpreendentemente, o Youtube ainda não excluiu o vídeo ou baniu o canal.

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Fabio Allves

Autor: Fabio Allves

Fundador do Coletividade Evolutiva; Um autodidata ávido pensador livre. Desde meu autoconhecimento há vários anos, minha paixão por conhecimento e justiça me levou a uma jornada em busca de pesquisas profundas, questionando as raízes que constitui aparentemente nossa realidade, e como o condicionamento social afeta nossa busca coletiva pela verdade em todos os aspectos da vida. Tenho como objetivo trazer às informações que está livremente correndo nas mãos do público, para ajudar a facilitar o fluxo complexo de informações, de modo que outros posam facilmente alcançar seu próprio despertar.

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