Anvisa não se importa com sua saúde: Renovou licença para produtos extremamente tóxicos

Anvisa não se importa com à sua saúde: Renovou licença para produtos extremamente tóxicos

Apesar de inúmeros estudos independentes, e até mesmo pesquisas da Organização Mundial da Saúde e da Agência Internacional para Pesquisa sobre Câncer, terem comprovados a ligação do glifosato com o aparecimento de doenças graves como depressão, autismo, infertilidade, Alzheimer, Parkinson e câncer, ㅡ A Anvisa parece pouco se impostar com a saúde dos brasileiros, os quais além dos produtores e trabalhadores, os consumidores são os terceiros dos principais serem afetados pelo consumo de produtos banhados e infiltrados de venenos altamente tóxicos. Todos parecem está ganhando muito dinheiro por parte da indústria dos agrotóxicos para realizar tamanha promoção de venenos no país.

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O glifosato é uma substância tóxica presente na maioria dos herbicidas e pesticidas, mas ela vem sendo proibida no mundo inteiro. Já no Brasil, a Anvisa em 2019 renovou  a licença de comercialização desse produto, descaracterizando-o da periculosidade que ele oferece para a saúde. Recomendado: Pesticidas: Os governantes estão colapsando a biodiversidade

A Agência Pública divulgou no Portal El País Brasil, a notícia de que 93 produtos a base de glifosato, pesticida que está sendo banido no mundo inteiro, tiveram classificação de toxicidade reduzida. Ou seja, um produto que é capaz de “corroer as córneas”, como destacou a notícia, poderá ser comercializado normalmente no Brasil. Recomendado: Vídeo chocante - Água potável de todo Brasil está contaminada revela Ministério da Saúde



Com isso, nenhum produto entra no enquadramento de extrema toxicidade, sendo que antes 24 produtos com glifosato estavam nessa categoria. Segundo informações do site, só entrarão na categoria máxima os produtos que apresentarem risco de morte ao serem ingeridos ou entrarem em contato com os olhos e a pele. Recomendado: Metade das crianças terão autismo até 2025 por causa dos agrotóxicos

De acordo com a notícia, os produtos com glifosato, serão comercializados normalmente como qualquer outro produto doméstico e terão apenas um símbolo de atenção na embalagem. No Brasil, existem mais de 200 tipos de produtos que utilizam glifosato em sua composição. A maior parte desses produtos são utilizados para controlar pragas nas plantações de soja, café, feijão, maçã e uva.

No entanto, uma reavaliação feita pela Anvisa em fevereiro de 2019 concluiu que o glifosato não deve ser classificado como cancerígeno, mas apresenta maior risco para trabalhadores que atuam em lavouras e vivem em áreas próximas a elas.

Em agosto de 2018 um jardineiro que vivia na Califórnia ganhou um processo contra a empresa Monsanto, da Bayer, que vai pagar cerca de 289 milhões de dólares a ele. O jardineiro desenvolveu um câncer no sistema linfático após 20 anos utilizando os herbicidas a base de glifosato fabricados pela empresa.

A empresa Bayer se defende afirmando que o produto não causa problemas quando utilizado de forma correta, mas estudos realizados em diversas partes do mundo comprovam seus malefícios. Tanto que em vários países do mundo, o uso do glifosato já está proibido.

No Brasil, os Ministérios Públicos do Trabalho, Federal e Estadual do Mato Grosso (maior exportador de soja do Brasil), abriram ações em agosto de 2019 para proibirem a utilização de produtos a base de glifosato, pensando justamente nos trabalhadores rurais. Até o momento não houve progresso com relação ao assunto.


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