O Tratado de Pandemia da OMS: Uma Ameaça às Liberdades Individuais e à Soberania Nacional - Assine a Petição

Sua última chance de impedir o Tratado de Pandemia da ONU - A Petição dos 3 Milhões


O Tratado de Pandemia da OMS: Uma Ameaça às Liberdades Individuais e à Soberania Nacional

Nos últimos dias, tem-se intensificado o debate sobre o Tratado de Pandemia da Organização Mundial da Saúde (OMS), que está prestes a ser votado na próxima Assembleia Mundial da Saúde, em 27 de maio. Esse tratado, em sua forma atual, impõe sérias restrições às liberdades pessoais, à autonomia de saúde e ao direito de movimento, tudo sob o pretexto de segurança da saúde pública. 

A proposta concede a uma nova autoridade global amplos poderes para declarar emergências de saúde, impor vacinas e restringir a livre circulação, sem a devida prestação de contas ou transparência para aqueles que mais afetam: os cidadãos globais.

Imagine um cenário onde uma autoridade global pode declarar pandemias à vontade, impor vacinas obrigatórias e restringir a livre circulação, tudo sem o seu consentimento. Esse controle centralizado sobre questões de saúde pública deveria aterrorizar a todos nós. Os planos dos globalistas são radicais, totalitários e errados, e dependem do silêncio dos cidadãos para serem implementados.

A implementação do Tratado de Pandemia não apenas ameaça as liberdades individuais, mas também impacta profundamente a soberania nacional. Ao conceder poder a uma entidade global para tomar decisões sobre questões de saúde pública, os países podem perder sua capacidade de agir de acordo com os interesses e necessidades específicos de suas populações. 

Essa centralização de poder é especialmente preocupante quando consideramos que a OMS, uma organização não eleita, pode tomar decisões sem a devida consulta ou consentimento das nações afetadas.

Aceleração da Aprovação do Tratado


A OMS está acelerando seus esforços para finalizar esse tratado antes da próxima Assembleia Mundial da Saúde. As disposições do tratado estão mudando de mandatos consultivos para mandatos compulsórios, e juntamente com as emendas propostas ao Regulamento Sanitário Internacional, sinalizam um avanço significativo nas decisões pessoais de saúde que deveriam permanecer na jurisdição de países e cidadãos individuais. Além disso, essa implementação seria financiada com bilhões de dólares dos contribuintes.


Neste momento crítico, a poucos dias da votação, é essencial que os líderes de nossos países ajam com responsabilidade e integridade, garantindo que nossos direitos e responsabilidades não sejam cedidos a uma organização global cujos interesses podem não se alinhar com os dos cidadãos. A memória do controle exercido durante a pandemia de Covid-19 ainda é fresca, e a situação pode se tornar ainda mais opressiva se o tratado for aprovado sem resistência.

Resistência e Oposição Crescente


Apesar dos esforços para silenciar a oposição, a resistência ao Tratado de Pandemia está crescendo. A oposição liderada por cidadãos em todo o mundo está ganhando força, com protestos públicos e petições que já estão nas manchetes, colocando os negociadores na defensiva. A batalha contra o Tratado de Pandemia está ao nosso alcance, e com um esforço conjunto, podemos garantir que nossas liberdades sejam preservadas.


À medida que o dia da votação se aproxima, precisamos aumentar a pressão pública e alcançar um número significativo de assinaturas em nossa petição para mostrar nossa dissidência global. A mensagem deve ser clara: nossas liberdades não estão em negociação. É crucial instar os nossos representantes, como o embaixador Tovar da Silva Nunes e o Presidente Lula, a rejeitar o Tratado de Pandemia da OMS em sua forma atual e proteger nossas liberdades contra o controle global injustificado.

A sua voz é poderosa e, com ação conjunta, podemos fazer a diferença. Assine a petição, reúna sua comunidade e envie uma mensagem forte e clara: a soberania e as liberdades individuais são inegociáveis!
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