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Estudo revela redução significativa do atrofiamento cerebral na doença de Alzheimer com vitaminas B

A doença de Alzheimer é uma realidade crescente no Brasil, impactando a vida de milhares de brasileiros e suas famílias.


Estudo Inovador Aponta para Redução Significativa do Atrofiamento Cerebral na Doença de Alzheimer com Vitaminas B

Em meio a uma epidemia devastadora que rouba mentes e memórias, um novo estudo sugere uma redução impressionante de sete vezes no atrofiamento cerebral do Alzheimer a partir de um tratamento surpreendentemente simples: altas doses de vitaminas B.

A doença de Alzheimer é uma realidade crescente no Brasil, impactando a vida de milhares de brasileiros e suas famílias. À medida que a população envelhece, a conscientização sobre os desafios enfrentados por aqueles que vivem com Alzheimer torna-se crucial.

Com mais de 29 milhões de brasileiros com mais de 60 anos, estima-se que cerca de 1,2 milhão de pessoas vivam com demência no país. Dentre esses casos, a doença de Alzheimer é a forma mais comum, representando uma parcela significativa dos desafios de saúde enfrentados pelos idosos.

Apesar de bilhões investidos no desenvolvimento de medicamentos que visam placas e emaranhados cerebrais do Alzheimer, ensaio clínico após ensaio clínico terminou em decepção. No entanto, um improvável tratamento natural - altas doses de três simples vitaminas B - pode ter sucesso onde esses medicamentos falharam.

Um estudo inovador recentemente publicado nas "Proceedings of the National Academy of Sciences" sugere que o tratamento com altas doses de vitaminas B pode retardar a progressão da doença de Alzheimer em até 7 vezes. 

O ensaio clínico randomizado, duplo-cego, incluiu 156 pacientes idosos com comprometimento cognitivo leve (CCL), um estado de risco inicial para o Alzheimer. Pacientes que tomaram suplementos de ácido fólico, vitaminas B6 e B12 ao longo de dois anos tiveram uma redução dramática no atrofiamento cerebral, detectada por meio de ressonâncias magnéticas, em comparação com pacientes que receberam placebo. 

Criticamente, o tratamento foi mais eficaz em pacientes com níveis elevados de homocisteína. Ao reduzir esse aminoácido, as vitaminas B diminuíram a perda de massa cinzenta em regiões do cérebro vulneráveis ao Alzheimer.


Os resultados oferecem uma luz de esperança em meio à lista de ensaios clínicos do Alzheimer que não tiveram êxito. Ao contrário de medicamentos experimentais arriscados projetados para remover placas ou emaranhados, os suplementos de vitamina B são seguros, naturais e já indicados para níveis elevados de homocisteína. 

Se essas descobertas sem precedentes forem confirmadas em ensaios em andamento, a suplementação de vitaminas pode representar o primeiro avanço significativo no tratamento do Alzheimer em mais de 15 anos. Com casos esperados triplicarem nas próximas décadas, esse regime acessível pode ter um tremendo potencial para aliviar o fardo avassalador dessa epidemia.


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