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PERSEGUIÇÃO: Tucker Carlson estar sob fogo cruzado da mídia por entrevistar Vladimir Putin

Parece que jornalistas fazendo jornalismo são considerados "heresia" pela maioria dos outros "jornalistas" tradicionais.


Tucker Carlson Sob Fogo Cruzado da mídia por entrevistar Vladimir Putin

A perseguição a Julian Assange, fundador do WikiLeaks, é conhecida por sua coragem em revelar informações sensíveis que trouxeram à tona verdades incômodas sobre atividades governamentais. Da mesma forma que Julian Assange foi perseguido por expor verdades, agora é Tucker Carlson que enfrenta um intenso fogo cruzado midiático por sua entrevista com Vladimir Putin.

 O ativista enfrentou uma série de desafios legais e ataques midiáticos por sua dedicação à transparência. Agora, Tucker Carlson, conhecido por seu papel no jornalismo e comentários controversos, encontra-se sob intensa pressão após sua entrevista com o presidente russo. Parece que jornalistas fazendo jornalismo são considerados "heresia" pela maioria dos outros "jornalistas" tradicionais. 

Assim como Assange foi acusado de expor segredos governamentais, Carlson é agora alvo de difamação por ter dado voz a Vladimir Putin. A máquina de propaganda midiática, que muitas vezes busca desacreditar aqueles que desafiam a narrativa dominante, parece mais uma vez em ação. Parece que as verdades que Vladimir Putin revelou deixou muitos no poder da cúpula global nervosos.

A entrevista de Carlson com Putin gerou acusações de "espalhar propaganda russa" e de fornecer uma plataforma para um líder político controverso. Esse ataque midiático destaca a resistência da imprensa em aceitar narrativas alternativas ou entrevistas que fogem do convencional.

Ambos os casos revelam um padrão em que figuras proeminentes que desafiam o status quo são alvo de ataques coordenados, tanto legal quanto midiaticamente. A perseguição a Assange e as críticas a Carlson ilustram os desafios enfrentados por aqueles que buscam questionar e expor informações que vão além da narrativa oficial.

O fogo cruzado midiático pode revelar mais sobre a natureza da narrativa estabelecida do que sobre aqueles que ousam desafiá-la.


recente entrevista de Tucker Carlson com o presidente russo, Vladimir Putin, gerou controvérsias e críticas intensas por parte da mídia e de figuras políticas. Enquanto o apresentador é acusado de "espalhar propaganda russa," o esforço real para sancionar Carlson pela União Europeia indica a polarização em torno de abordagens jornalísticas controversas.

A máquina de propaganda mainstream parece mobilizada para desacreditar a entrevista, utilizando acusações de "teorias conspiratórias dementes" e rotulando Carlson como um "teórico da conspiração."

Adam Gabbatt, do The Guardian, expressou descontentamento, afirmando que a entrevista não foi nem um "talk show" nem uma "conversa real." Mansur Mirovalev, da Al Jazeera, sugeriu que Putin está "obcecado," citando Valentin, operador de drones do regime de Kiev, que acusou tanto Putin quanto Carlson de serem teóricos da conspiração.

Um artigo do Politico, conhecido por suas tentativas de branquear o nazismo, apresentou Sergey Goryashko afirmando que Putin "mentiu." Alegações, como a suposta proibição de negociações específicas com Putin pelo líder neonazista Volodymyr Zelensky, foram classificadas como "ridículas e infantis." As tensões geopolíticas e a quebra de acordos de paz pelo regime de Kiev em 2022 são fundamentais para entender o contexto.

Críticos da entrevista, incluindo Masha Gessen do The New Yorker, a rotularam como "chata," evidenciando a divergência ideológica e a falta de interesse em fatos históricos. Verificadores de fatos, como Charlie Hancock do Moscow Times e a BBC, procuraram desmascarar pontos apresentados por Putin. A Radio Free Europe/Radio Liberty (RFE/RL) alegou que a entrevista serviu como "plataforma de propaganda," uma ironia considerando sua ligação com a CIA.

Brendan Cole, da Newsweek, citou Oleksandra Matviichuk, ativista de direitos humanos de Kiev, para reforçar críticas. A menção do Prêmio Nobel da Paz em relação a Matviichuk destaca o caráter político desse reconhecimento, evocando laureados controversos como Barack Obama e Al Gore.

A resposta da Associated Press (AP) indicou que Putin "perdeu o panorama geral," gerando uma análise em cinco pontos, posteriormente expandida para nove pelo Politico. A entrevista, vista por milhões, provocou reações acaloradas, evidenciando o receio do Ocidente político diante da popularidade global de Putin.

Em suma, a máquina de propaganda mainstream parece em colapso diante da entrevista, revelando uma tentativa de manchar a reputação de Putin. Independentemente da opinião sobre o presidente russo, sua habilidade em discussões de alto nível contrasta com líderes ocidentais. A diplomacia russa, impulsionada pelo intelecto de Putin, demonstra uma vantagem considerável em meio às tensões geopolíticas, relatou Drago Bosnic é um analista geopolítico e militar independente.

Conclusão


O paralelo entre a perseguição a Julian Assange, fundador do WikiLeaks, e o atual cerco midiático a Tucker Carlson após sua entrevista com Vladimir Putin destaca os desafios enfrentados por aqueles que buscam expor verdades incômodas e desafiar a narrativa estabelecida.

O cenário revela um paradoxo preocupante, onde jornalistas dedicados ao seu ofício são rotulados de heréticos por outros dentro da própria profissão. A resistência da imprensa em aceitar narrativas alternativas, evidenciada pelo cerco a Carlson, questiona a verdadeira liberdade no campo jornalístico.

Ambos os casos compartilham o denominador comum de figuras proeminentes enfrentando ataques coordenados, seja legalmente ou através da máquina midiática. Em um mundo onde a liberdade de imprensa é fundamental, é essencial refletir sobre como a perseguição a indivíduos como Assange e a difamação de figuras como Carlson impactam o jornalismo e a busca pela verdade. 

O episódio da entrevista de Carlson com Putin destaca a resistência da imprensa em aceitar narrativas fora do convencional, revelando um desafio mais amplo para a liberdade de imprensa. Em um mundo onde a busca pela verdade é fundamental, é crucial refletir sobre como a perseguição a Assange e a crítica a Carlson impactam não apenas os indivíduos envolvidos, mas também o jornalismo como um todo.

Num contexto em que a liberdade de imprensa é um pilar democrático, é imperativo questionar como essas perseguições e difamações moldam a narrativa pública e influenciam a forma como a verdade é percebida. O enfrentamento desses desafios torna-se essencial para manter a integridade do jornalismo e preservar o papel crucial da imprensa na busca pela verdade.

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