Mosquitos modificados cria MUTAÇÕES que podem causar doenças por vetores resistentes - Brasil sob experimento vacinal Qdenga

A liberação de mosquitos geneticamente modificados cria MUTAÇÕES que podem causar doenças transmitidas por vetores RESISTENTES


O Programa Mundial de Mosquitos: Desafios, Riscos e Consequências

O Programa Mundial de Mosquitos, uma iniciativa da Universidade Monash financiada pela Fundação Bill e Melinda Gates, surge como uma proposta ambiciosa para erradicar doenças transmitidas por mosquitos, como dengue, zika, febre amarela e chikungunya. 

Em 2023, as Nações Unidas anunciaram um plano global contra mosquitos, visando liberar bilhões de mosquitos com genes editados no Brasil. O objetivo declarado é livrar o país da dengue e outras doenças transmitidas por vetores. Com o envolvimento de Bill Gates em ambas as frentes [mosquitos e vacina], financiamento de pesquisas e apoio ao plano global contra mosquitos.

No entanto, a operação global, que inclui a liberação de bilhões de mosquitos geneticamente modificados em 14 países, levanta preocupações e desafia as expectativas. O que era supostamente para diminuir o mundo das populações dos mosquitos, se mostrou algo contrario, revelando um alastramento da doença transmitida pelos mosquitos.

A Abordagem do Programa Mundial de Mosquitos


A estratégia central do programa envolve a modificação genética dos mosquitos, especificamente do Aedes aegypti, transmissor de várias doenças. Os ovos desses mosquitos são injetados com a bactéria Wolbachia, e, ao serem liberados, acasalam-se com a população natural, visando erradicar as espécies transmissoras de doenças.

O microbiologista Scott O'Neill, diretor do programa, explica que a bactéria Wolbachia é cultivada nos mosquitos modificados e, ao serem soltos nas comunidades, a bactéria se propaga para a população selvagem de mosquitos. Esse processo visa, na teoria, diminuir a transmissão de vírus como dengue, zika e chikungunya.

Desafios e Consequências Não Consideradas - Mosquitos Mutantes


Contudo, críticos apontam para lacunas significativas na abordagem. Experimentos em massa com mosquitos geneticamente modificados podem desencadear pressões seletivas, levando ao desenvolvimento de características resistentes em mosquitos e patógenos. Além disso, há registros de mutações em sistemas letais destinados a controlar populações de mosquitos.

Mas o programa não levou em conta o surgimento de características resistentes em mosquitos ou patógenos-alvo. Há evidências de que mosquitos transgênicos Aedes aegypti transferem genes para uma população natural. Que pressões isso cria sobre a população de mosquitos e os patógenos que eles carregam? 

O influxo da bactéria Wolbachia na população de mosquitos pode colocar pressão seletiva sobre os genomas dos mosquitos e os vírus que os mosquitos transmitem, incentivando o desenvolvimento de novas espécies e cepas patogênicas resistentes. Essa precipitação biológica é semelhante ao surgimento de bactérias resistentes a antibióticos devido à pressão seletiva dos antibióticos sobre características específicas dos patógenos.

Os mosquitos geneticamente modificados não erradicam as doenças transmitidas por vetores com perfeição e certeza. Mutações foram documentadas em sistemas de letalidade geneticamente modificados que se destinavam a controlar populações de mosquitos. 

Em um estudo, os pesquisadores descobriram que uma liberação de mosquitos portadores de um gene letal dominante causa uma superexpressão tóxica que leva à resistência em certas populações de mosquitos. Em estudos de laboratório, eles descobriram que o mosquito A. aegypti, transmissor da doença, resistiu e reteve 3,5% de suas populações. 

Os cientistas concordaram que isso se deve "principalmente, ao "vazamento" inerente nos respectivos sistemas devido à expressão ou função letal transgênica variável, embora a sobrevivência hereditária devido a mutações em componentes genéticos do sistema [que] ainda não foram relatadas".

Os pesquisadores também disseram que há "potencial para a quebra genética dos sistemas de letalidade por mutações espontâneas raras, ou seleção para supressores inerentes". Essas mutações podem causar doenças transmitidas por vetores resistentes que são ainda mais difíceis de erradicar e/ou tratar quando infectam humanos. (Relacionado: O experimento com mosquitos transgênicos deu terrivelmente errado, e as consequências podem ser uma pandemia)


Resultados e Implicações no Brasil


Brasil tornou-se epicentro dos experimentos do Programa Mundial de Mosquitos desde 2011. Embora os estudos-piloto tenham inicialmente indicado redução no risco de transmissão de vírus, resultados a longo prazo mostram um aumento alarmante nos casos de dengue. Em 2024, o país enfrenta uma incidência quatro vezes maior de infecções por dengue comparado a 2023.

A Fundação Gates, que financiou os experimentos, agora investe em uma vacina experimental contra a dengue [Qdenga - já causando efeitos negativos mortais, a médio e longo prazo são desconhecidos] e em uma fábrica de reprodução de mosquitos, capitalizando milhares de dólares sobre os desdobramentos de seu próprio experimento causador de doenças. Críticos alertam para a necessidade de uma abordagem mais cautelosa diante dos riscos emergentes.

Segundo o documento, entre as 365 mil doses aplicadas das redes pública e privada, foram relatadas 529 notificações [claro, que são muito mais, cerca de 1 a cada 5 sofrerão], das quais 70 foram reações alérgicas, como hipersensibilidade e anafilaxia. Os casos são considerados, como sempre, "raros". No entanto, as autoridades incompetentes ainda exigem que os pais continuem levando filhos a postos de vacinação, para, como em um jogo de aposta, para vaciná-los - se dá merda, foi apenas "RARO".

O Programa Mundial de Mosquitos representa uma tentativa inovadora de combater doenças transmitidas por vetores. No entanto, os desafios emergentes destacam a importância de uma avaliação contínua dos métodos utilizados, considerando as consequências a longo prazo. 
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