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O globalista, Klaus Schwab, AMEAÇA o presidente Jair Bolsonaro por se recusar a assinar tratado de pandemia da OMS - tratado que pode revogar a soberania do país e de seus cidadãos

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Fabio Allves
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O Golpista global, Klaus Schwab, AMEAÇA o presidente Jair Bolsonaro por se recusar a assinar tratado de pandemia da OMS - tratado que pode revogar a soberania do país e de seus cidadãos

O globalista, fundador e diretor executivo do Fórum Econômico Mundial (WEF sigla em inglês), Klaus Schwab, emitiu uma ameaça velada ao presidente Jair Bolsonaro, por se recusar a assinar tratado de pandemia dos globalistas que estão usando a Organização Mundial de Saúde como trampolim para uma ditadura de saúde global, assim como está ocorrendo na China.

Graças ao Bolsonaro ver esse golpe global se formando no horizonte - se recusou a assinar o tratado de pandemia dos globalistas, golpistas, que estão por trás da Organização Mundial da Saúde (OMS), como financiadores farmacêuticos, corporações e o líder Bill Gates, que querem uma ditadura médica global.

De fato, quando a OMS foi fundada em 1948, era completamente financiada com fundos estatais, hoje apenas 20% de sua contribuição econômica vem dos governos, os 80% restantes vêm de empresas farmacêuticas e fundos privados, causando um enorme conflito de interesse – seu maior acionista é Bill Gates. Essas empresas e fundos privados desses globalistas, querem ditar as regras dos países submetidos ao tratado de pandemia, usando como porta-voz  a OMS.

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Schwab afirmou:

“Vamos também ser claros: o futuro não está apenas acontecendo. O futuro é construído por nós, uma comunidade poderosa – você, aqui nesta sala. Temos os meios para impor esse estado [do futuro] ao mundo”, disse Schwab em um vídeo postado no Twitter .

A mensagem do globalista alemão veio em meio a comentários feitos por Bolsonaro em 15 de maio . O Plano impressionante elaborado por Klaus Schwab, fundador do Fórum Econômico Mundial, é entregar aos globalistas o controle do mundo usando a pandemia de COVID ou outras pandemias.

“O Brasil não vai entrar nesse [tratado de pandemia]. O Brasil é autônomo e não vai entrar nessa, pode esquecer. Já [falei] com nosso gabinete de relações exteriores e se essa proposta for adiante, não será com o Brasil”, disse Bolsonaro.

“Além disso, fui o único estadista que não aderiu às políticas de bloqueio. Falei que tínhamos que cuidar de idosos e pessoas com comorbidades, e os estudos de hoje fora do Brasil mostram principalmente que eu estava certo.”

Ele citou o estado de São Paulo como um exemplo do fracasso total dos bloqueios para conter o coronavírus COVID-19, que combateu tudo e todos menos um vírus.

“Confira isso: qual estado do Brasil se trancou mais? São Paulo. Qual estado teve o maior número de mortes por 100.000 pessoas? São Paulo. Isso é um sinal de que eu estava certo.”

Se você não sabe, o Fórum Econômico Mundial é mais conhecido do público pelas conferências anuais que realiza em Davos, na Suíça, todo mês de janeiro, que visam reunir líderes políticos e empresariais de todo o mundo para discutir os problemas do dia. Hoje, é uma das redes mais importantes do mundo para a elite do poder globalista, sendo financiada por aproximadamente mil corporações multinacionais.

Bolsonaro critica orientação da OMS sobre COVID-19


Esta não foi a primeira vez que o presidente Bolsonaro estava certo e cruzou espadas com o órgão global de saúde – levando Schwab a se perturbar com o presidente por não adentrando o Brasil na agenda nefasta, que estão loucos para colocar as mãos na Amazônia.

Em outubro de 2021, Bolsonaro e o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, abordaram as respostas do mundo à pandemia de COVID-19 e suas maiores repercussões. Os dois se sentaram durante a Cúpula do G21 naquele mês, realizada na capital italiana, Roma.

Bolsonaro começou a rolar perguntando se houve “consideração prévia” por parte do órgão global de saúde quando implementou bloqueios e outras medidas. “Em todo o mundo, há pessoas que precisam trabalhar para se alimentar”, destacou, acrescentando que “a economia entrará em colapso” se os bloqueios continuarem.

Em resposta, Tedros disse que não vê necessidade de o Brasil se trancar devido à alta taxa de vacinação do país contra a COVID-19. Os bloqueios não são mais necessários enquanto os brasileiros continuarem usando máscaras faciais e lavando as mãos adequadamente, acrescentou.

Bolsonaro também questionou a segurança das vacinas COVID-19, alegando que “muitos que receberam a segunda dose estão se infectando com COVID-19. No Brasil, muitos que receberam a segunda dose estão morrendo.”

Mas, segundo Tedros, era possível que pessoas vacinadas morressem se tivessem comorbidades. “A vacina não previne o COVID, mas previne doenças graves e morte”, acrescentou.

Enquanto isso, Schwab mencionou duas condições que eram necessárias para trazer a Grande Reinicialização aos cônjuges. Isso ocorreu em meio à recusa de Bolsonaro em trabalhar com a OMS para avançar na agenda globalista.

“A primeira é que agimos todos como partes interessadas de comunidades maiores, em vez de servir apenas ao nosso interesse próprio. Isso é o que chamamos de responsabilidade das partes interessadas. [A] segunda [condição] é que colaboremos”, disse Schwab.

Assista ao presidente brasileiro Jair Bolsonaro rejeitando o tratado de pandemia da OMS abaixo.

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