A Síndrome do Coração Novo: Misteriosa síndrome afeta cerca de 90% da população dos EUA

Síndrome do coração novo afeta 90% da população dos EUA, afirma Associação Médica Americana, sem explicação oferecida

A Síndrome do Coração Novo: Misteriosa síndrome afeta cerca de 90% da população dos EUA

Recentemente, a Associação Médica Americana lançou um alerta preocupante: a Síndrome Cardiovascular-Rim-Metabólica (CKM), uma condição que interliga doenças cardiovasculares, renais, diabetes tipo 2 e obesidade, está afetando uma parcela significativa da população dos Estados Unidos. Eis que isso possa está ligada a novos efeitos adversos das vacinas mRNA? Os efeitos a médio e longo prazo ainda são desconhecidos...  que, em muitos aspectos, se parece com danos aos órgãos causado pela proteína spike das "vacinas" contra o coronavírus de (COVID-19).

Síndrome Cardiovascular-Rim-Metabólica, anteriormente conhecida como Síndrome do Coração Novo, surge como um desafio multifacetado para a comunidade médica. A sua interconexão com uma série de doenças crônicas representa um paradigma complexo que exige uma abordagem multidisciplinar e preventiva. No entanto, a falta de uma explicação clara para essa condição levanta preocupações e questionamentos profundos sobre suas causas e implicações para a saúde pública.

"Especialistas em saúde estão redefinindo o risco, a prevenção e o gerenciamento de doenças cardiovasculares (DCV), de acordo com um novo aviso presidencial da Associação Americana do Coração publicado hoje na principal revista da associação, a Circulation.

Vários aspectos da doença cardiovascular que se sobrepõem à doença renal, diabetes tipo 2 e obesidade apoiam a nova abordagem. Pela primeira vez, a American Heart Association define a sobreposição dessas condições como síndrome cardiovascular-rim-metabólica (CKM). Pessoas que têm ou estão em risco de doença cardiovascular podem ter síndrome Síndrome Cardiovascular-Rim-Metabólica...

De acordo com a Atualização Estatística de 2023 da American Heart Association, 1 em cada 3 adultos dos EUA tem três ou mais fatores de risco que contribuem para doenças cardiovasculares, distúrbios metabólicos e/ou doenças renais. A Síndrome Cardiovascular-Rim-Metabólica afeta quase todos os principais órgãos do corpo, incluindo o coração, cérebro, rim e fígado. No entanto, o maior impacto é no sistema cardiovascular, afetando os vasos sanguíneos e a função do músculo cardíaco, a taxa de acúmulo de gordura nas artérias, impulsos elétricos no coração e muito mais."

Embora essa condição tenha sido identificada apenas recentemente, estudos indicam que cerca de 90% dos americanos podem estar sob risco, com os idosos, homens e indivíduos negros sendo os mais afetados.

A falta de progresso na compreensão e no manejo da 
Síndrome Cardiovascular-Rim-Metabólica ao longo dos anos é alarmante. Entre 2011 e 2020, não houve melhora significativa na prevalência da condição, e um número considerável de adultos já está em estágios avançados da síndrome. Essa estagnação levanta questões sobre a eficácia das abordagens atuais de prevenção e tratamento e destaca a necessidade urgente de uma investigação mais aprofundada.

Embora a comunidade médica tenha reconhecido a interconexão entre doenças cardiovasculares, renais e metabólicas, a falta de uma explicação abrangente para a origem da 
Síndrome Cardiovascular-Rim-Metabólica é preocupante. A escassez de interesse em investigar as causas fundamentais da condição sugere uma lacuna significativa no entendimento e na priorização da saúde pública.

O texto destaca a possibilidade de que a verdadeira saúde possa não ser o objetivo primordial das instituições médicas e corporativas. A especulação sobre as possíveis causas da 
Síndrome Cardiovascular-Rim-Metabólica, como o suprimento de alimentos, a água e até mesmo terapias genéticas experimentais, levanta preocupações sobre os fatores ambientais e farmacológicos que podem estar contribuindo para a disseminação da condição.

Além disso, a abordagem predominante de tratamento focado em medicamentos patenteados levanta questões sobre os incentivos por trás das estratégias de saúde pública. O paradigma atual, que valoriza a cura sobre a prevenção, pode estar perpetuando um ciclo de dependência de intervenções farmacêuticas em detrimento de abordagens preventivas mais holísticas.

Em última análise, a Síndrome Cardiovascular-Rim-Metabólica representa um desafio significativo para a saúde pública e destaca a necessidade de uma mudança de paradigma na abordagem das doenças crônicas. Investigações mais profundas e uma maior ênfase na prevenção e no tratamento holístico são essenciais para mitigar os impactos devastadores dessa condição na população dos Estados Unidos e além.
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