O Grande Reset Global do WEF: Perda do Direito a Propriedade Privada e de Nossos Ativos Financeiros

A Grande Desapropriação. A perda de direitos de propriedade sobre ativos financeiros. "Você não terá Nada e será feliz"


O globalista Klaus Schwab, fundador do Fórum Econômico Mundial, proclamou que no Grande Recomeço ou Grande Reset global, que está sendo planejado para nós, "você não será dono de nada e será feliz". Esta declaração provocou inúmeras discussões sobre o futuro da propriedade e das finanças pessoais.

O que Schwab e outros globalistas do Fórum Econômico Mundial estão sugerindo parece ser uma continuação de uma tendência que já está em andamento: a perda gradual da propriedade de nossos ativos financeiros. Essa agenda está obviamente conectada com a agenda 2030 da ONU e com a agenda da OMS sob o tratado e pandemia e o "Regulamento Sanitário Internacional" da OMS que visa tomar o poder.

David Rogers Webb, um experiente participante do mercado financeiro, detalha essa situação em seu livro "The Great Taking", explicando como os indivíduos estão perdendo seus direitos de propriedade sobre seus próprios títulos e depósitos bancários.

Durante a última crise financeira, foi prometido que não haveria mais resgates, mas sim "bail-ins", onde os ativos dos depositantes seriam usados para salvar as instituições financeiras em dificuldades. 

Esta mudança significou que, na prática, os títulos e depósitos bancários não eram mais reconhecidos legalmente como propriedade pessoal dos depositantes em caso de problemas financeiros da instituição depositária.

As mudanças nas regulamentações financeiras, realizadas pelas autoridades reguladoras sem o conhecimento geral do público, têm contribuído para essa perda de direitos de propriedade. Os participantes do mercado financeiro desconhecem muitas dessas alterações, e Webb está em uma missão para conscientizar as pessoas sobre essas questões.

Em vez de propriedade direta, os indivíduos agora têm "direitos de titularidade", o que significa que seus títulos são usados como garantia para os credores da instituição depositária. Essa situação levanta sérias preocupações sobre a segurança dos ativos financeiros das pessoas em caso de colapso financeiro.

Além disso, a criação de subsidiárias por parte dos grandes bancos permite que eles transfiram seus derivativos para essas entidades, mantendo o banco principal a flutuar enquanto as subsidiárias que detêm os ativos financeiros dos clientes estão em risco.

Webb enfatiza que é essencial compreender essas questões, especialmente à luz de possíveis aumentos nas taxas de juros pelo Federal Reserve após anos de taxas próximas de zero. Essas mudanças podem ter implicações significativas para o valor dos ativos financeiros mantidos pelos indivíduos.

Em conclusão, estamos enfrentando um período de grande incerteza financeira, onde os direitos de propriedade sobre nossos próprios ativos estão sendo erodidos. É crucial que estejamos cientes dessas questões e nos preparemos para enfrentar os desafios que podem surgir no futuro. 

O Brasil é essencial para essa agenda distópica global, portanto, os globalistas precisam quebrar o agronegócio brasileiro, para implantar comidas sintéticas, tributação de CO2 (agenda verde), remover propriedades privadas, frear os combustíveis fosseis e implantar comidas elaboradas a partir de laboratórios e de isentos - enquanto isso, eles controlarão o monopólio de todos os recursos do planeta.
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