Extrato de Chá Verde (EGCG) Contra Câncer: 4 Estudos Revisados Revela Composto Eficaz

Extrato de chá verde (EGCG) e Câncer - novas pesquisas sobre epigalocatequina 3-galato, 4 artigos científicos revisados

Extrato de Chá Verde (EGCG) Contra Câncer: 4 Estudos Revisados Revela Composto Eficaz

O chá verde é uma bebida feita a partir das folhas frescas da planta Camellia sinensis. O chá verde proporciona diversos benefícios à saúde, como ajudar a prevenir diversos tipos de câncer, doenças do coração e diabetes, além de promover a perda de peso e melhorar a disposição física e mental.

Artigos revisados:

  • 2023 Julho, Kciuk et al - Potencial terapêutico de epigalocatequina-3-galato no câncer: mecanismo de ação e implicações clínicas
  • 2022 Ferrari et al - O potencial do galato de epigalocatequina (EGCG) no direcionamento da autofagia para o tratamento do câncer: uma revisão narrativa
  • 2022 Alam et al - Epigalocatequina 3-galato: Do chá verde à terapêutica do câncer
  • 2024 Mar, Talib et al - Visando Marcas do Câncer com Galato de Epigalocatequina (EGCG): Base Mecanicista e Alvos Terapêuticos

O epigalocatequina-3-galato (EGCG) é o composto fenólico mais predominante encontrado no Chá Verde, e sua presença tem despertado considerável interesse científico devido às suas propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias e, especialmente, anticancerígenas. 

A abundância de polifenóis e flavonoides no Chá Verde contribui para seus efeitos benéficos à saúde, sendo que as catequinas, principais flavonoides presentes, representam cerca de 30-40% dos componentes sólidos da planta, com o EGCG se destacando como um deles.

EGCG tem a capacidade única de PREVENIR O CÂNCER e prevenir a formação de tumores. O EGCG desempenha um papel fundamental na instabilidade genómica – reduz a instabilidade cromossómica e inibe a apoptose nas células normais, enquanto faz o oposto nas células cancerígenas. Isto é relevante na era da genotoxicidade do mRNA!

O EGCG também interage com a telomerase e afeta o comprimento dos telômeros (encurta-o para células cancerígenas) O EGCG pode realmente desempenhar um papel na genotoxicidade induzida pela vacina de mRNA COVID-19? O EGCG também demonstrou ser capaz de reparar alguns danos no DNA. Este é um recurso especial.

Sugestão:


Recentemente, foram revisados quatro artigos científicos que destacam a relação entre o EGCG e o câncer. 


Estudos recentes sobre o composto, demonstrou uma série de propriedades anticancerígenas, atuando como antioxidante, suprimindo a produção de citocinas inflamatórias e interferindo em diversas vias de sinalização celular associadas ao crescimento e à sobrevivência de tumores.

Devido a suas propriedades únicas, grandes empresas farmacêuticas estão acelerando os ensaios clínicos em humanos, algo incomum nesse contexto. São 13 ensaios clínicos em andamento para diferentes tipos de câncer, como mama, próstata, pulmão, colorretal e pancreático.

Além disso, o EGCG tem a capacidade singular de prevenir o câncer e de prevenir a formação de tumores. Ele desempenha um papel crucial na estabilidade genômica, reduzindo a instabilidade cromossômica e inibindo a apoptose nas células normais, enquanto atua de forma oposta nas células cancerígenas. 

EGCG tem estas propriedades anticancerígenas:

  • - antioxidante - eliminador de radicais livres
  • - suprime a produção de citocinas inflamatórias
  • - suprime NF-kB
  • - suprime VEGF (angiogênese tumoral)
  • - suprime MMPs (proteínas envolvidas na metástase)
  • - suprime EGFR, mTOR, JAK/STAT, MAPK - numerosas vias de sinalização de células cancerígenas responsáveis ​​pelo crescimento e sobrevivência do tumor
  • - tem influência epigenética, inibe a metilação do DNA

Essa propriedade é particularmente relevante na era da genotoxicidade do mRNA, levantando questões sobre seu potencial papel na genotoxicidade induzida pela vacina de mRNA COVID-19.

Outro aspecto interessante é a interação do EGCG com a telomerase e seu efeito sobre o comprimento dos telômeros, o que pode ter implicações na progressão do câncer. Além disso, o composto aumenta a expressão do gene supressor de tumor p53, que pode ser danificado pela proteína spike da vacina COVID-19, possivelmente contribuindo para o desenvolvimento de cânceres extremamente agressivos.

Uma característica notável do EGCG é sua capacidade de inibir o ponto de controle imunológico, o que pode representar uma nova abordagem terapêutica para o tratamento do câncer, especialmente ao inibir a expressão de PD-L1, uma proteína relacionada à progressão tumoral.

Diante dessas descobertas, o EGCG emerge como um suplemento promissor com propriedades anticancerígenas notáveis. Sua utilização na prevenção e no tratamento do câncer, juntamente com o interesse das grandes empresas farmacêuticas, sugere um potencial significativo nesse campo.
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