Robô cirúrgico mata mulher após queimar seu intestino delgado em cirurgia de câncer de cólon

Robô cirúrgico queimou intestino da esposa e fez com que ela morresse, afirma processo

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Robô cirúrgico mata mulher após queimar seu intestino delgado durante cirurgia de câncer de cólon

Um drama trágico envolvendo o robô cirúrgico Da Vinci abalou a comunidade médica, quando uma mulher faleceu após sofrer uma lesão térmica durante uma cirurgia de câncer de cólon em setembro de 2021. 

Introduzido em 1999, o robô cirúrgico Da Vinci tem sido uma inovação na medicina, oferecendo uma ampla gama de aplicações clínicas em diversas especialidades, como cirurgia geral, urologia, ginecologia, cardiotorácica e cirurgia de cabeça e pescoço. 

O marido enlutado, Harvey Sultzer, agora move um processo federal contra a fabricante do Da Vinci, a Intuitive Surgical Inc., alegando negligência no design do produto e falta de treinamento adequado. O processo de Sultzer alega que a Intuitive Surgical vende os instrumentos para hospitais que não têm experiência em cirurgia robótica, mas depende da empresa para treinar seus cirurgiões como usá-los.

Seus procedimentos incluem desde correção de hérnias até cirurgias complexas como colecistectomia, cirurgia bariátrica e lobectomia.


O Da Vinci oferece uma ampla gama de aplicações clínicas em especialidades como cirurgia geral, cirurgia urológica, cirurgia ginecológica, cirurgia cardiotorácica e cirurgia de cabeça e pescoço. Já os procedimentos incluem correção de hérnia, procedimentos de cólon e reto, colecistectomia, cirurgia bariátrica, histerectomia e lobectomia, entre outros.

Sandra Sultzer optou por permitir que um robô Da Vinci fosse usado em sua cirurgia. No entanto, a Intuitive Surgical Inc., fabricante do Da Vinci, supostamente não alertou Sandra sobre os possíveis problemas de usar o robô em sua cirurgia no Baptist Health Boca Raton Regional Hospital, na Flórida.

De acordo com o processo movido por Harvey Sultzer, marido da vítima, Sandra sofreu uma "lesão térmica" no intestino delgado, resultando em uma perfuração. O processo alega que essa lesão exigiu mais intervenção médica e causou danos físicos e emocionais, levando à morte dela.

O processo, aberto em West Palm Beach, no Tribunal Distrital do Distrito Sul da Flórida, alega que a empresa negligenciou o projeto do produto para evitar que a energia elétrica perdida prejudicasse os pacientes sem que os cirurgiões soubessem ou controlassem. Além disso, o processo alega que os cirurgiões não foram treinados adequadamente para usar o dispositivo.

Além disso, o caso afirma que a maioria dos instrumentos do robô Da Vinci são descartáveis, levando a empresa a confiar que o Da Vinci seja usado em mais procedimentos cirúrgicos do que o necessário para que a empresa recupere o que investiu em sua criação. 

E, por sua vez, vendem seus instrumentos cirúrgicos para hospitais sem experiência em cirurgia robótica. Esses hospitais dependem exclusivamente da empresa para treinar seus cirurgiões sobre como usar esses instrumentos.

O Caso de Sandra Sultzer: 


Sandra Sultzer optou por permitir o uso do robô Da Vinci em sua cirurgia no Baptist Health Boca Raton Regional Hospital, na Flórida. O processo movido por Harvey Sultzer alega que a Intuitive Surgical Inc. falhou em alertar Sandra sobre os possíveis riscos associados ao uso do robô. 

Durante a cirurgia, uma "lesão térmica" no intestino delgado resultou em uma perfuração, exigindo intervenção médica adicional e, tragicamente, levando à morte de Sandra.

Alegações no Processo: 


O processo, aberto em West Palm Beach, destaca a negligência da empresa no design do produto para evitar danos causados por perda de energia elétrica não controlada pelos cirurgiões. 

A falta de treinamento adequado dos cirurgiões para utilizar o dispositivo também é apontada como um fator contribuinte para o trágico desfecho. Além disso, alega-se que a empresa confiou na venda excessiva do Da Vinci, levando a sua utilização em mais procedimentos do que o necessário.

Histórico de Problemas com o Da Vinci: 


A polêmica em torno da Intuitive Surgical Inc. não é recente. O Da Vinci tem sido associado a milhares de queixas, incluindo queimaduras, ferimentos, questões de segurança e negligência. Atualmente, a empresa enfrenta aproximadamente 93 processos de responsabilidade pelo produto. 

Em 2018, mais de 20.000 eventos adversos relacionados ao Da Vinci foram registrados no banco de dados MAUDE da FDA, destacando mau funcionamento do dispositivo, ferimentos e 274 mortes.

Conclusão: 

O trágico caso de Sandra Sultzer evidencia a necessidade urgente de revisão e regulamentação rigorosa na utilização de robôs cirúrgicos. A segurança dos pacientes deve ser prioridade, e a indústria médica deve garantir que a inovação tecnológica não comprometa a integridade e a vida daqueles que buscam tratamento médico. 

O desfecho deste processo pode ter implicações significativas na forma como os robôs cirúrgicos são desenvolvidos, utilizados e monitorados em ambientes médicos.
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