A Verdade Revelada: Danos e Toxidade da vacina mRNA COVID, admitem Criadores da vacina - manchete de jornal

Manchete de capa do jornal La Verità: Criadores de Vacinas contra a Covid Admitem "Danos e Toxicidade"


Manchete de capa do jornal italiano La Verità: Criadores de Vacinas contra a Covid Admitem "Danos e Toxicidade"
Manchete de capa do jornal italiano La Verità: Criadores de Vacinas contra a Covid Admitem "Danos e Toxicidade" - ERRO: COMETEMOS O ERRO DE PUBLICAR ANTERIORMENTE UMA IMAGEM DA MANCHETE ERRADA - CORRIGIDO!

Cientistas da Moderna: "Vacinas em risco de toxicidade". Conforme a pesquisa mais recente de 4 cientistas, 3 dos quais são ex-Moderna da injeção de mRNA também produzida pela Pfizer, as preparações de mRNA seriam potencialmente prejudiciais. A manchete do  jornal italiano La Verità, como mostrada acima, destaca uma revelação impactante: "Criadores de vacinas contra a Covid admitem: 'danos e toxicidade'". 

A corajosa chamada à verdade, contrastando com a negação persistente em outros lugares, incluindo aqui no Brasil, continuam a negar", porque são culpados por impor a vacinação aos brasileiros mRNA. O jornal La Verità focou na pesquisa de três ex-farmacologistas da gigante Moderna, mais um, segundo o qual as vacinas de mRNA são prejudiciais e correm risco de toxicidade. 

A referência é ao documento intitulado "Estratégias para reduzir os riscos de toxicidade de medicamentos e vacinas de mRNA", publicado na revista Nature Review Drug Discovery, e por meio do qual são listadas as criticidades da tecnologia de mRNA, usada para fazer a COVID desaparecer. Esta é uma revisão que levanta o alerta sobre os "potenciais riscos de segurança associados a esta primeira geração de vacinas de mRNA", que estão no mercado desde 2021 e já tem se mostrado altamente mortal.

Todas as chamadas vacinas mRNA apresentam danos e toxicidade que não podem mais ser ignorados, que não são vacinas, mais injeção de sistema de tecnologia de mRNA do estilo sistema operacional de computador, como admite a própria empresa moderna. Já temos vistos danos em milhares de pessoas ao redor do mundo por conta não da COVID, mas por conta, da pandemia vacinal de mRNA. A obrigatoriedade de vacinação de crianças deveria ser imediatamente interrompido, ou melhor, nem mesmo começado!

A Admissão de Riscos da substância vacinal mRNA


O estudo em questão, conduzido por ex-farmacologistas da Moderna, coloca em discussão a urgência de adotar estratégias para reduzir os riscos relacionados às vacinas de mRNA. Em um cenário em que a comunidade científica tem se esforçado para garantir a eficácia e segurança das vacinas contra a Covid, a admissão de danos e toxicidade pelos próprios criadores destas é inegavelmente impactante ameaça a saúde humana.

A revisão foi assinada por Dimitrios Bitounis, Eric Jacquinet, Maxi-millian A. Rogers e Mansoor M. Amiji (todos os 4 ex-Moderna, exceto um) e se baseia, como escreve o La Verità, em todas as "evidências científicas de que os cientistas entrevistados pela Verità falam há anos". "Os componentes estruturais das nanopartículas lipídicas, os métodos de fabricação, o processo de entrega e as proteínas produzidas a partir de mRNAs complexos apresentam problemas de toxicidade", diz o artigo.

A revisão aponta: Estratégias para Reduzir Riscos


O estudo levanta uma pergunta crucial: "Como podemos tornar as vacinas de mRNA seguras?". A busca por respostas a esta indagação torna-se imperativa diante da complexidade dos desafios enfrentados pelos cientistas na produção de vacinas que não apenas protejam contra o vírus, mas também minimizem potenciais efeitos adversos.

A tecnologia de mRNA, embora revolucionária, trouxe consigo desafios desconhecidos anteriormente. O estudo destaca a importância de uma abordagem cautelosa na formulação das vacinas para evitar efeitos colaterais prejudiciais. Esses ex-farmacologistas ressaltam que o comprometimento com a segurança deve ser tão prioritário quanto a eficácia.

A admissão de danos e toxicidade pelos criadores das vacinas destaca a necessidade contínua de transparência na divulgação de informações sobre os riscos associados à imunização. Os cidadãos têm o direito de estar plenamente informados para tomar decisões conscientes sobre sua saúde.

Impacto na Confiança Pública


A revelação desses dados pode ter implicações significativas na confiança do público em relação às vacinas contra a Covid. É essencial que as autoridades de saúde e os criadores de vacinas assumam a responsabilidade de esclarecer as descobertas, garantindo que a confiança do público seja mantida por meio da transparência e ação adequada.

A manchete do La Verità lança luz sobre uma verdade desconfortável, mas crucial. A admissão de danos e toxicidade pelos criadores das vacinas contra a Covid destaca a complexidade inerente à produção de imunizantes em meio a uma pandemia global. A busca por soluções e a priorização da segurança devem ser as pedras angulares desse processo contínuo.

"VACINAS COM RISCO DE TOXICIDADE, NÃO PODEM SER IGNORADAS", OS VACINADOS PRECISAM SEREM TRATADOS COM URGÊNCIA


"Todas as novas vacinas de mRNA representam problemas de toxicidade que não podem mais ser ignorados. Como torná-los mais seguros?" Robert Malone, que é considerado o inventor da tecnologia de mRNA, comenta: 

"Como veterano, é inconcebível para mim que esses autores não tenham que assinar cláusulas restritivas de não divulgação com a empresa ao deixar a Moderna, e por isso é muito provável que a Moderna tenha pré-aprovado esta revisão. Na melhor das hipóteses, a Moderna quer que as informações sobre riscos e toxicidade de mRNA sejam resumidas e representadas para melhorar sua reputação. 

Uma interpretação menos generosa é que este artigo é uma sofisticada estratégia de propaganda, comumente referida como limitação de hangout, uma técnica que consiste em focar em informações menos relevantes e envolve a divulgação deliberada de algumas informações para tentar confundir e esconder outras.

Maddalena Loy, do La Verità, destaca a ambiguidade na divulgação da Moderna sobre as admissões de danos e toxicidade em suas vacinas contra a COVID-19. Enquanto a empresa continua a recomendar a vacina para qualquer pessoa com mais de seis meses, mesmo sem uma autorização final, a falta de clareza na divulgação levanta questões sobre os motivos por trás dessas recomendações.
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