Tráfico humano foi facilitado pela ONU e governo dos EUA, aponta documentário do Epoch Times

Esta investigação registrada em vídeo — o documentário “A Farsa da Fronteira dos EUA”


Tráfico humano foi facilitado pela ONU e governo dos EUA, aponta documentário do Epoch Times

Há “um esforço coordenado, com a cooperação de governos estrangeiros, financiamento dos Estados Unidos e um programa generalizado executado por várias ONGs e pelas Nações Unidas, para facilitar o tráfico de pessoas em cada etapa do processo, através da Central América, através do México, e nos centros americanos”. Isso é o que o editor e jornalista investigativo sênior do Epoch Times, Joshua Philipp, diz que sua investigação quanto à Fronteira Sul dos EUA revela.

Esta investigação registrada em vídeo — o documentário “A Farsa da Fronteira dos EUA” — está agora disponível para assinantes brasileiros na plataforma Epoch TV Brasil. Assista aqui: www.epochtv.com.br

Brasil na rota


Philipp começa sua investigação na foz do Rio Grande. O correspondente de guerra Michael Yon diz que está rastreando rotas migratórias por todo o mundo. Ele explica que muitos imigrantes precisam passar por criminosos para chegar ao México, muitas vezes atravessando as fronteiras de vários países, incluindo o Brasil, em uma jornada perigosa.

Yon deixa claro que uma crise de direitos humanos é real.

Indícios de tráfico humano


O oficial aposentado do Corpo de Fuzileiros Navais Tim Lynch, morador de Roma, Texas, disse a Philipp que, no passado, os imigrantes ilegais que chegavam à sua cidade eram famílias que pediam asilo.

Eventualmente, os agentes de fronteira perceberam que todas as semanas as mesmas crianças eram vistas na fronteira, mas alegando ser parte de diferentes famílias. Em resposta, os agentes começaram a separar as famílias e a fazer testes de DNA, descobrindo que 30% das crianças não pertenciam àqueles que cruzavam com eles.

A reportagem ouviu o congressista Tom Tiffany, de Wisconsin, que investigou pessoalmente a crise na fronteira. Tiffany acusou o governo federal de executar uma operação de tráfico humano. Ele explica que uma das primeiras coisas que o presidente Joe Biden fez após sua posse foi se livrar da política de “permanecer no México” da era Trump. Além disso, foi deflagrada em grande escala a chamada prática de “pegar e soltar” e a construção de um muro na fronteira estagnou.

Como resultado dessas políticas, milhões de pessoas cruzam a fronteira ilegalmente. Tiffany acredita que é evidente que o governo dos EUA, a mando do governo Biden, está facilitando imigração ilegal. Seu entendimento é que esse comportamento de Washington incentiva pessoas a virem para os Estados Unidos ilegalmente.

Tiffany liga alguns dos pontos entre o governo dos Estados Unidos e as ONGs que facilitam a transferência de imigrantes. Ele mostra como uma entidade estrangeira — e não o governo dos EUA — facilita diretamente o reassentamento de imigrantes ilegais dentro do país.

Essa organização é chamada de Organização Internacional para Migração (OIM), parte das Nações Unidas. De acordo com seu site, a maior parte de seu financiamento vem do governo americano, de vários sub-ramos da Agência dos EUA para o Desenvolvimento Internacional e do Departamento de Estado. Philipp conclui que a OIM parece trabalhar diretamente com o Departamento de Estado. Sua filial em Nova York seria um elo entre a organização e a agência federal americana.

O site da OIM afirma que os refugiados que chegam aos Estados Unidos recebem empréstimos de viagem sem juros, com fundos fornecidos pelo Departamento de Estado. Os imigrantes devem pagar essa dívida dentro de um prazo específico. No entanto, a cobrança do retorno é deixada para as ONGs.

“Os contribuintes americanos estão financiando a migração em massa para os Estados Unidos, inclusive para custos de operação e para pagamentos diretos aos imigrantes”, diz Phillip. Completa: “O dinheiro está passando por várias ONGs que estão envolvidas no reassentamento de refugiados. As Nações Unidas, enquanto isso, estão facilitando a migração para os EUA sob a orientação do Departamento de Estado.”.

Os imigrantes estão realmente buscando asilo?


A investigação de Philipp também questiona se o grande número de casos de asilo na Fronteira Sul é legítimo. Os Estados Unidos não podem acompanhar esses casos e não está claro como a ONU pode garantir o reembolso das despesas dos imigrantes.

Auden Cabello, correspondente da Real America’s Voice, explica que existem dois tipos de imigrantes: os que se qualificam como requerentes de asilo e os que não se qualificam. Haitianos, cubanos e venezuelanos atravessam a fronteira e se entregam para pedir asilo. Eles querem ser presos para serem processados.

Muitos desses migrantes possuem, ou possuíram no passado, documentos dizendo que moram no México há muito tempo. Esses papéis permitiram que eles viajassem livremente no México sem serem presos e deportados. No entanto, uma vez que os migrantes chegam à fronteira, eles descartam esses documentos, não querendo que as autoridades americanas saibam que eles podem ser residentes legítimos do país vizinho. Esses imigrantes querem dizer que vêm de seu país de origem e que estão sendo perseguidos lá, para poderem pedir asilo.

Segundo Cabello, as ONGs ensinam e orientam imigrantes sobre como fazer tudo isso. Ele diz que o financiamento para isso vem da ONU, ONGs e instituições de caridade católicas.

Philipp visita uma região comum para passagens de fronteira, examinando documentos descartados e encontrando panfletos com o logotipo da ONU. Cabello o orienta no processo, mostrando como os imigrantes vêm do lado mexicano, cruzam, vestem roupas secas e aguardam a chegada da Patrulha de Fronteira.
Cartéis não são os principais atores

Philipp diz que os cartéis — que “nos disseram que são os principais atores” — estão desempenhando um papel muito menor do que é comumente alegado. Eles podem lucrar com a imigração e o tráfico de pessoas ao longo do caminho, mas têm pouca presença em grande parte da travessia da fronteira. Os imigrantes atravessam, se entregam e pedem asilo para serem enviados diretamente para os centros do país.

“A Patrulha de Fronteira e os homens da lei tornaram-se ferramentas para as ONGs que executam esta operação. E mais ainda, as pessoas que atravessam estão recebendo dinheiro para fazer isso. E esse dinheiro está saindo do bolso dos contribuintes americanos”, segundo Joshua Philipp. - Originalmente em Epoch Times
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