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Reino Unido a caminho da escravidão digital: NAÇÃO TOTALMENTE SEM DINHEIRO até 2035

Reino Unido a caminho de se tornar uma NAÇÃO TOTALMENTE SEM DINHEIRO até 2035, à medida que o uso de dinheiro diminui rapidamente


Reino Unido a caminho da escravidão digital: NAÇÃO TOTALMENTE SEM DINHEIRO até 2035

Não há dúvidas que o Reino Unido e a serpente traiçoeira Organização Mundial de Saúde (OMS) está no caminho da agenda 2030 da ONU e dos globalistas do Fórum Econômico Mundial (WEF). Uma parte vital da agenda é a conectividade digital e o estabelecimento de um Pacto Digital Global com Identificação Digital vinculada a conta bancaria/ moeda digital / certificado de saúde digital que pode com um apertar de um botão te desconectar da sociedade caso não esteja em dia com as exigências do regime tecnocrata/ e da OMS.

Este poder centralizado pode ser descrito como um órgão cibernético, consistindo em uma rede digitalmente conectada de pessoas, entidades, dispositivos e coisas, que facilmente pode ser dirigida por aqueles que executam o sistema. De fato, a OMS já está planejando lançar certificados digitais de vacinação da União Europeia em todo o mundo para implementar ditadura sanitária global sobre pretexto de emergência.

Nesse vislumbre de uma distopia em um futuro breve, o Reino Unido está sendo o palco da iniciação da revolução digital após a China, tornando possivelmente uma nação totalmente sem dinheiro até 2035, à medida que mais e mais adultos, estimulados por incentivos governamentais, recorrem ao uso de opções de pagamento digital. A armadilha perfeita para a escravidão digital.

O The Guardian já noticiou que, em 2021, mais de 23 milhões de pessoas no Reino Unido – que tem uma população de cerca de 67 milhões – praticamente não usaram dinheiro, sendo os cartões de débito o método de pagamento não monetário mais utilizado. As transações em dinheiro representaram apenas 15% de todos os pagamentos naquele ano.

Em 2012, cerca de 60% de todas as transações no Reino Unido ainda eram realizadas usando moeda física. Nesse ritmo, até o final da década, as transações usando notas e moedas de dinheiro representarão apenas seis por cento dos pagamentos e, até 2035, praticamente todas as transações serão realizadas por meio de cartões de débito e crédito ou uma forma de sistema de pagamento digital.

O primeiro-ministro britânico, Rishi Sunak, também rejeitou os apelos de dentro de seu próprio partido para que lojas e estabelecimentos sejam obrigados a aceitar pagamentos em dinheiro.

"Sabemos que o dinheiro continua a ser usado por milhões de pessoas, particularmente aquelas em grupos vulneráveis (...) Mas, à medida que a tecnologia e o comportamento do consumidor mudam, é certo que as próprias organizações possam escolher as formas de pagamento que aceitarão."

Em uma pesquisa com 1.006 pessoas, o Daily Express descobriu que 92% dos leitores do veículo de mídia estão preocupados com o fato de o Reino Unido se tornar uma sociedade sem dinheiro.

"Acho muito chocante que lojas e empresas se recusem a aceitar a moeda legal do país por meio de pagamento em dinheiro", comentou um participante da pesquisa. "É errado que as empresas escolham quais meios de pagamento aceitam."

"Quem acolhe isso não está pensando direito", comentou outro participante. "É letal, significa que o governo e outros órgãos conhecem todos os seus negócios e não há nada privado. Por que devemos entregar esse poder ao nosso governo? Isso não deveria estar acontecendo e as pessoas precisam dizer não."

Veículo de comunicação lança campanha "Não mate o dinheiro"


O meio de comunicação britânico GB News lançou a campanha "Don't Kill Cash"/ "Não mate o dinheiro" em um esforço para fazer com que o governo do Reino Unido diminua a velocidade com que a sociedade britânica está se tornando sem dinheiro, o que eles alertam que ameaça deixar pessoas vulneráveis que dependem de dinheiro para trás "pela marcha implacável da tecnologia".

O objetivo da GB News é conseguir assinaturas suficientes em sua petição para permitir debates no Parlamento britânico sobre a digitalização de transações financeiras.

"A exclusão financeira tem que parar", alertou o chefe de notícias digitais da GB, Dan Falvey. "Mais de cinco milhões de adultos ainda dependem do dinheiro em espécie no Reino Unido e ele é usado em seis bilhões de transações todos os anos, mas há fortes interesses instalados pressionando para que ele seja permanentemente substituído por cartões de débito e crédito e outros pagamentos eletrônicos. Isso custa mais aos britânicos comuns no longo prazo e permite que terceiros rastreiem as pessoas e seus gastos."

"Há muitas pessoas mais velhas, em particular, que precisam de dinheiro. Eles não têm smartphones, querem usar dinheiro", disse o editor de Economia e Negócios da GB News, Liam Halligan. "E também, se tudo não é dinheiro, se tudo é transferência bancária, cada transação que fazemos pode ser monitorada pelos bancos e, portanto, potencialmente pelo Estado. Muita gente está preocupada com isso também."

Cerca de 75% das pessoas no Reino Unido com mais de 65 anos com conta bancária disseram que querem continuar realizando pelo menos uma tarefa bancária pessoalmente em uma agência bancária, sociedade de construção ou correios.

"Desde o pagamento de necessidades na loja da esquina até o pagamento de comerciantes como limpadores de janelas, o dinheiro é fácil de usar e o meio mais confiável para liquidar pequenas contas", disse Dennis Reed, diretor da Silver Voices, uma organização de defesa da terceira idade no Reino Unido. "O impulso sem remorso para transações digitais por meio de smartphones e aplicativos está isolando milhões de pessoas idosas da sociedade moderna e é totalmente desnecessário."

"Se o dinheiro desaparecer, terá que ser reinventado quase imediatamente, para lubrificar as rodas das transações comerciais", acrescentou. "Recebemos regularmente relatos de membros de que estão encontrando dificuldades para acessar e gastar dinheiro. É outro fator de isolamento para os idosos e é muito preocupante."

Brasil


Eventualmente, esse sistema será atrelado a Identidade digital (ID digital) obrigatória e a carteira digital serão conectados e afetados por sua pontuação de crédito social individual, porque a moeda digital/ real digital será apenas números na tela, semelhante pontuação de crédito social. O dinheiro de papel que você poderia guarda debaixo do colchão, gradualmente deixarão de existir e eventualmente não terão mais valor. Assim como aconteceu com a transação da Moeda Cruzeiro-real para a moeda real que ainda usamos.

Portando, eventualmente o dinheiro físico aos poucos é entregue nas mãos do poder centralizado/ Estado e consequentemente a nação concede poderes de monitoramento e controle financeiro sobre a vida das pessoas sem que elas mesmas percebam que caíram na armadilha da escravidão digital.

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