OMS confirma deficiência imunológica pós-repetidas vacinas e afirma que impacto clínico é obscuro

OMS está chamando de ocorrência de imprinting imunológico produzido pelas vacinas contra a COVID-19


OMS confirma deficiência imunológico após repetidos reforços e afirma que impacto clínico é obscuro

As vacinas supostamente e em teoria fazem um trabalho treinando o sistema imunológico para lembrar e eliminar a variante original de Wuhan. Mas quando novas cepas marcadamente diferentes aparecem, o sistema imunológico responde com menos eficácia - isso é o que a serpente traiçoeira e venenosa-OMS está chamando de ocorrência de imprinting imunológico produzido pelas vacinas contra a COVID-19. Em outras palavras, ocorrência de deficiência imunológica pós-vacina.

De acordo com uma nota técnica publicada em maio no site da OMS e um estudo feito na Cleveland Clinic publicado recentemente, o segundo hospital mais importante do mundo, mostrando que quanto mais doses de vacina COVID-19 uma pessoa recebe, maior a chance dela contrair COVID-19, fazendo exatamente o oposto do que é o propósito de uma vacina.

Exatamente por esse risco, em janeiro de 2022, a Agência Europeia de Medicamentos (EMA), chegou a fazer alertas que sucessivas doses de reforço poderiam enfraquecer o sistema imunológico. “Podem ser dadas uma vez, ou talvez duas, mas não é algo que podemos pensar que deve ser repetido constantemente”, afirmou, na época, Marco Cavaleri, responsável por Vacinas da Agência.

Em 2021 alertado: Vacinados estão imunocomprometidos, lota os hospitais, alta mortalidade: quanto mais vacinação mais casos e mortes

Leia trechos do documento da OMS:

Pessoas que receberam duas, três ou quatro doses de vacinas baseadas no vírus ancestral, ou uma dose de reforço de uma vacina de mRNA bivalente (que contenha BA.1 ou BA.4/5), mostram títulos de anticorpos neutralizantes substancialmente mais baixos contra as linhagens descendentes XBB.1, em comparação com títulos específicos para os antígenos incluídos na vacina. Indivíduos com imunidade híbrida devido a qualquer infecção pelo SARS-CoV-2 apresentam títulos de anticorpos neutralizantes mais altos contra as linhagens descendentes XBB.1, em comparação com as respostas de indivíduos vacinados que não apresentaram evidências de infecção.

Existem evidências in vitro de que a imprinting imunológico, que é um fenômeno no qual as respostas de memória das células B em relação a antígenos previamente encontrados reduzem a resposta a novos antígenos, pode estar ocorrendo. No entanto, com base em estudos epidemiológicos observacionais até o momento, o impacto clínico permanece obscuro.

Embora as vacinas COVID-19 atualmente aprovadas, incluindo aquelas baseadas no vírus ancestral, continuem a fornecer proteção contra doenças graves, o TAG-CO-VAC aconselha o afastamento da inclusão do vírus ancestral em futuras formulações de vacinas COVID-19. Isso se baseia nos seguintes motivos: o vírus ancestral e as variantes antigenicamente próximas não circulam mais em humanos; o antígeno do vírus ancestral provoca níveis indetectáveis ​​ou muito baixos de anticorpos neutralizantes contra variantes SARS-CoV-2 atualmente circulantes, incluindo linhagens descendentes de XBB; a inclusão do vírus ancestral em vacinas bivalentes ou multivalentes reduz a concentração do(s) novo(s) antígeno(s) alvo em comparação com as vacinas monovalentes, o que pode diminuir a magnitude da resposta imune humoral; e o imprinting imunológico devido à exposição repetida ao vírus ancestral pode reduzir as respostas imunes a novos antígenos-alvo.


Era um risco conhecido


Desde o início já era um risco conhecido. Em um estudo publicado em setembro de 2021, na Trends of Immunology, cientistas da Universidade de Melbourne, da Austrália, alertaram: “Embora se espere que o imprinting imunológico não seja um grande problema para infecções por SARS-CoV-2, a possibilidade de que o imprinting imunológico reduza substancialmente a eficácia de futuras vacinas SARS-CoV-2 requer ação agora para definir a extensão do problema e começar a pensar em soluções”.
Mais alertas

Em fevereiro deste ano, Paul Offit, membro do Comitê Consultivo de Vacinas e Produtos Biológicos Relacionados da FDA, agência regulatória norte americana, publicou um artigo na NEJM – New England Journal of Medicine, pedindo o fim das das doses de reforço das vacinas de COVID-19 em jovens saudáveis.

O autor fez sua recomendação: “Acredito que devemos parar de tentar prevenir todas as infecções sintomáticas em pessoas jovens e saudáveis, reforçando-as com vacinas contendo mRNA de cepas que podem desaparecer alguns meses depois”.

Quem já tomou atitudes


A Suíça desistiu das vacinas em abril deste ano. Não recomenda para mais ninguém. Permite algumas exceções, mas apenas com prescrição médica, e sendo de responsabilidade do médico os possíveis efeitos adversos.

A Dinamarca, em setembro de 2022, deixou de recomendar as vacinas COVID-19 para pessoas saudáveis menores de 50 anos. E desde 30 de junho, a Inglaterra não recomenda mais a vacina e quem quiser só poderá tomar com prescrição médica.

Comentário de Médicos Pela Vida


Agora a própria OMS está reconhecendo e afirmando a ocorrência de 
imprinting imunológico. Até eles, que funcionam, na prática, como um escritório de marketing das grandes indústrias farmacêuticas. Afinal, são financiados por eles.

Por precaução, as autoridades brasileiras precisam seguir os exemplos de Suíça, Dinamarca, Inglaterra, entre outros países, e deixar de recomendar e avalizar os produtos.

O tratamento precoce com medicamentos genéricos, baratos e sem patentes, para evitar mortes e COVID-19 longa, deve ser imediatamente estimulado no SUS – Sistema Único de Saúde. Além de profilaxia pré-exposição, também com medicamentos genéricos, para grupos de risco.


Referência: Médicos Pela Vida
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