Esfacelamento do Brasil: Privatização da Eletrobras consequentemente é a "privatização" do Rio São Francisco

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Entregar a Eletrobras nas mãos de poucos poderosos internacionais ou possivelmente para o partido comunista Chinês dado ao histórico de acordos com o Brasil terá impactos imprevisíveis para o futuro da nação brasileira e ameaça sua "soberania" e empresas nacionais que dependem da energia para seus trabalhos.

“A venda da Eletrobras prevê também a venda de um dos mais importantes cursos de água do Brasil e da América do Sul, o rio São Francisco”, alertou o coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST), João Pedro Stédile em participação em painel sobre soberania nacional na 21ª Conferência Nacional dos Bancários em 2019, em São Paulo.

Stédile, alertou para o fato que a Eletrobras tem como subsidiária a Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf). A negociação enfrenta forte oposição do governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB). Para ele, há sólidos argumentos contrários, já que a privatização compromete o futuro do Estado e da região. Ao operar seus reservatórios, a Chesf controla a vazão do rio e afluentes, em especial a defluência na usina de sobradinho, no São Francisco.

 Stédile, alertou que  - “Os empresários não têm o menor interesse em defender os interesses da nação. Por causa da Lava Jato, mais de 2 mil empresas foram fechadas em 2018 . Nem a Fiesp (Federação das Indústrias do Brasil) e nem a CNI (Confederação Nacional da Indústria) deram um pio. A burguesia não tem mais líderes e nem mais interesse de defender a nação. Temos de lutar pelos bancos nacionais, pelas empresas públicas e nossos recursos naturais”.

Parlamentares protestam em redes sociais contra a privatização 


Parlamentares contra a privatização da Eletrobras, foram às redes em um "tuitaço" contra a proposta. Líderes e parlamentares estão usando a hashtag "MPdoApagão" para expressar sua insatisfação com a possibilidade de privatização da estatal.

A líder da bancada do PSOL na Câmara, Talíria Petrone (RJ), afirmou que as privatizações recentes de empresas de energia elétrica no País "só trouxeram pro povo aumento de conta de luz e risco de apagão". A parlamentar lembra o caso da Gemini Energy, empresa estrangeira responsável pelo fornecimento de energia aos 14 municípios amapaenses atingidos pelo apagão de 2020. "A Eletrobras privatizada pode transformar o Brasil em um grande Amapá", escreveu a deputada. 

Na mesma linha, o deputado Daniel Almeida (PCdoB-BA) também lembrou do caso amapaense ao afirmar que "essa política de esquartejar empresas estatais para entregar ao capital externo tem sido um péssimo negócio". Segundo ele "a experiência no setor de distribuição produziu o que vimos no Amapá: ineficiência e apagão.

Aqui estar o que se segue sobre as privatizações e o esfacelamento da nação brasileira - Dr. Enéias já sabia do processo de destruir a nação brasileira


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