Empresas fecharam e 8,9 milhões de pessoas perderam o emprego

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Empresas fecharam e 8,9 milhões de pessoas perderam o emprego

O auxílio emergencial de R$ 300 está segurando as pontas de milhares de pessoas que estão dependendo do mesmo para apenas sobreviver, consequentemente o lockdowm ativado pelas autoridades governantes em prol de frear a pandemia do (Covid-19) freou tudo menos a pandemia. Quase nove milhões de pessoas perderam o emprego no segundo trimestre deste ano.

Milhares de pequenas empresas fecharam as portas e algumas nunca mais retornarão devido à quebra, consequentemente o número de pessoas empregadas caiu 9,6% no período, em relação ao trimestre anterior, isso significa que o número de desempregados aumentou exponencialmente o que representa um total de 8,876 milhões de pessoas a menos trabalhando. Isso representa uma série histórica de quebra de empresas, emprego e consequentemente aumento da fome.

Todas as atividades analisadas pela pesquisa revelaram que houve aumento no desemprego, sendo o comércio o mais afetado. Um total de 2,137 milhões de pessoas perderam suas vagas no setor, uma redução de 12,3% em relação aos três primeiros meses do ano. Os dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua foram divulgados no mês de agosto deste ano pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Perda de empregos com carteira e informais 


As medidas de paralisação para conter a propagação do coronavírus em todo o país fecharam empresas e consequentemente provocaram perdas generalizadas de vagas de trabalho. 

  • Empregado com carteira assinada: Total caiu 8,9% em relação ao primeiro trimestre e 9,2% na comparação com o mesmo período de 2019, para 30,2 milhões sem trabalho de carteira assinada. 
  • Empregados Informais: Total também chegou ao menor nível de empregados, a 8,6 milhões de pessoas, queda de trabalho 21,6%.
  • Empregado por conta própria: Total de empregados caiu para 21,7 milhões de pessoas.
  • Empregados domésticos: Categoria somou 4,7 milhões de pessoas empregadas, menor nível da série, com quedas recordes em ambas as comparações: -21,0% frente ao trimestre anterior e -24,6% frente a igual período de 2019.
Isso faz com que a gente chegue ao menor contingente de trabalhadores com carteira assinada na série histórica e mostra que essa queda na ocupação está bem disseminada por todas as formas de inserção, seja o trabalhador formalizado, seja o não formalizado. Diz Adriana Beringuy, analista da pesquisa do IBGE.

5,7 milhões de pessoas deprimidas 


O número de desalentados, grupo de pessoas que não buscaram trabalho mas que gostariam de conseguir uma vaga e estavam disponíveis para trabalhar, chegou a 5,7 milhões de pessoas no segundo trimestre, maior número desde o início da série histórica. 

Tem muita gente fora da força sem procurar trabalho, alegando pandemia e isolamento. Quando houver menos receio de procurar trabalho, essas pessoas vão procurar e se empregar ou entrar na fila do desemprego, fazendo com que a taxa de desocupação aumente cada vez mais nos próximos trimestres. Pessoas querendo trabalhar não falta., mas não sabemos como e quanto o mercado vai absorver. Diz Adriana Beringuy, analista

População subutilizada bate recorde 


A população subutilizada (população utilizada algumas vezes) chegou a 31,9 milhões de pessoas, o maior número registrado na série histórica.

  •  A subutilização leva em conta: pessoas desocupadas (não trabalham, mas procuraram trabalho nos 30 dias anteriores à pesquisa)
  • pessoas que gostariam de estar trabalhando mais horas por dia 
  • Pessoas que gostariam de trabalhar, mas não procuraram trabalho nos 30 dias anteriores à pesquisa, ou procuraram, mas não estavam disponíveis para trabalhar no momento da pesquisa. 

O crescimento da subutilização foi de 15,7% (4,3 milhões de pessoas a mais) aumentando ao trimestre anterior (27,6 milhões) e 12,5% (3,5 milhões de pessoas a mais) se comparado a igual período de 2019 (28,4 milhões).
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Fabio Allves

Fabio Allves
Criador do Coletividade Evolutiva; Um autodidata ávido pensador livre, eu parti em uma missão em busca da verdade e despertar. Desde meu autoconhecimento há vários anos, minha paixão por conhecimento e justiça me levou a uma jornada em busca de pesquisas profundas. Questionando as raízes que constitui aparentemente nossa “realidade”, e como o condicionamento social afeta nossa busca coletiva pela verdade em todos os aspectos da vida. Tem como objetivo trazer às informações que está livremente correndo nas mãos do público, para ajudar a facilitar o fluxo complexo de informações, de modo que outros posam facilmente alcançar seu próprio despertar. | Telegram