Organização terrorista: Manifestação Mundial em Genebra Contra a OMS

"A OMS não representa ninguém, não foi eleita. Nem sequer fornece saúde. São uns burocratas que pretendem apenas ter o controlo global".


Organização terrorista: Manifestação Mundial em Genebra Contra a OMS

Em uma manifestação recente de grande escala realizada em Genebra, Suíça, diversas personalidades renomadas, incluindo Ryan Cole, Assem Malhotra, Robert Malone e John Cage, se reuniram para protestar contra a Organização Mundial da Saúde (OMS). 

O evento, que atraiu ativistas de todo o mundo, foi amplamente ignorado pela grande mídia internacional, mas recebeu cobertura exclusiva do Canal Sérgio Tavares, que entrevistou alguns dos principais participantes.

Os manifestantes expressaram duras críticas à OMS, acusando a organização de uma relação promíscua com a indústria farmacêutica (Big Pharma) e de falta de transparência em suas ações. Eles alegaram que muitas das recomendações da OMS durante a pandemia foram absurdas, sem fundamento científico e violaram os direitos fundamentais das pessoas. 

Além disso, houve uma forte oposição à agenda 2030 e ao Tratado Pandêmico proposto pela OMS que concederia à organização poderes absolutos, suprimindo a soberania dos países na gestão de futuras pandemias proclamadas pela própria OMS. Agora, pelo que parece, a OMS está optando por uma abordagem mais agressiva contra as pessoas que optaram por informações e deixaram de se vacinar - o que a OMS diz ser o movimento antivacinas.

Durante o protesto, Del Matthew Bigtree, um conhecido apresentador de televisão norte-americano, fez declarações exclusivas ao Canal Sérgio Tavares. Ele afirmou: "A OMS não representa ninguém, não foi eleita. Nem sequer fornece saúde. São uns burocratas que pretendem apenas ter o controle global." Suas palavras ressoaram entre os manifestantes, que repetiam o lema "OMS não, Liberdade sim!".

Entre as personalidades que discursaram, Ryan Cole, Assem Malhotra, Robert Malone e John Cage destacaram-se por suas críticas incisivas e por mobilizar apoio contra a OMS. Suas participações sublinharam a crescente desconfiança em relação à organização e a demanda por maior transparência e responsabilidade em suas ações.

Reportagem:

Um Movimento Ignorado pela Grande Mídia


Apesar da magnitude do protesto, as televisões e grandes veículos de comunicação optaram por não cobrir o evento, uma decisão que foi criticada pelos organizadores e participantes. Eles argumentaram que a falta de cobertura midiática é uma tentativa de silenciar vozes dissidentes e de manter o status quo em relação às políticas globais de saúde.

A manifestação em Genebra contra a OMS destacou um movimento crescente de insatisfação e crítica à organização. Com ativistas e personalidades de renome levantando suas vozes, a demanda por maior transparência, responsabilidade e respeito aos direitos humanos na gestão de crises sanitárias globais torna-se cada vez mais evidente. A exclusão midiática do evento apenas intensificou o sentimento de marginalização entre os manifestantes, que continuam a lutar por uma mudança significativa nas políticas de saúde global.
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