Agenda globalista: Alimentos, Água e Energia. Três necessidades básicas da vida em perigo

Esses elementos essenciais estão no epicentro da crise, com implicações diretas na sobrevivência humana.


Agenda globalista: Alimentos, Água e Energia. Três necessidades básicas da vida em perigo

A magnitude e complexidade da Crise Econômica e Social Global de 2020-2024 transcendem todas as crises anteriores, inclusive a Recessão de 2007-2009, considerada o colapso econômico mais severo desde a Grande Depressão de 1929.

Encontramo-nos atualmente na encruzilhada da crise econômica e social mais intensa da história mundial. É uma batalha total que afeta os oito bilhões de habitantes do planeta. A crise global em curso, que se estende de 2020 a 2024, interrompeu e devastou as vidas das pessoas em todo o mundo nos últimos quatro anos. 

O artigo a seguir, originalmente escrito durante a crise de 2007-2009, concentra-se nas "Três Necessidades Fundamentais da Vida em Perigo: Comida, Água e Combustível". Esses elementos essenciais estão no epicentro da crise, com implicações diretas na sobrevivência humana. Todos os elementos estão interligados:

  • Pandemia de Covid e Vacina de mRNA: A propagação do vírus e os esforços para conter a pandemia afetaram drasticamente o mundo, influenciando aspectos sociais e econômicos.
  • Desestabilização da Economia Global e Pobreza em Massa: A economia global sofreu uma desestabilização implacável, resultando em níveis alarmantes de pobreza e fome.
  • Desestabilização do Estado-Nação e Destruição da Democracia: A coesão interna de nações foi abalada, levando à instabilidade e à erosão dos princípios democráticos.
  • Guerras na Ucrânia e Oriente Médio: Conflitos armados exacerbaram as tensões geopolíticas, com destaque para a guerra na Ucrânia e os confrontos no Oriente Médio, incluindo o conflito entre Israel e Palestina.
  • Colapso Projetado da Produção e Aumento dos Preços de Energia e Alimentos: Prevê-se um colapso na produção, com aumentos significativos nos preços de energia e alimentos, agravando a situação global.
  • Fraude Financeira e Governos Corruptos: Atos fraudulentos e corrupção em governos aprofundaram as crises econômicas, minando a confiança nas instituições.
  • Desinformação Midiática e Fim da Diplomacia Internacional: O cenário é agravado por desinformação disseminada pela mídia e pela diminuição da diplomacia internacional.
  • Ameaça de Guerra Nuclear: A constante ameaça de conflitos nucleares adiciona uma dimensão de perigo extremo à situação global.

A análise busca lançar luz sobre a complexidade interconectada que caracteriza essa crise global sem precedentes. A agenda globalista está agora abrindo a guerra contra a agricultura/ agricultores tradicionais, tanto quanto abriram contra alimentos naturais e energia. 

Parte da agenda ecofacista é eliminar o acesso ao máximo possível de alimentos reais e substituir alimentos naturais por substâncias sintéticas semelhantes a alimentos, mas sem nutrientes reais - insetos, vermes e carne falsa de laboratório (a agenda visa destruir o agro para legitimar a indústria desses produtos sintéticos e insetos). Ao tornar a população mundial totalmente dependente deles para sobreviver, o controle das massas se torna muito mais fácil.

A Coca-Cola e a Escassez de Água na Índia: Um Retrato da Crise Global de Recursos


As comunidades ao redor das fábricas de engarrafamento da Coca-Cola na Índia enfrentou uma séria crise de escassez de água, um problema exacerbado pela exploração excessiva da água subterrânea pela gigante multinacional. 

Poços secos e bombas manuais inoperantes são testemunhos tangíveis do esgotamento massivo do lençol freático, conforme confirmado por estudos, incluindo aquele realizado pelo Central Ground Water Board na Índia.

A extração intensiva de água resulta em mudanças na qualidade do recurso subterrâneo. O líquido vital passa a apresentar cheiro e sabor anômalos, evidenciando a profundidade excessiva da extração. 

Além disso, a Coca-Cola é acusada de despejar suas águas residuais indiscriminadamente nos arredores de suas fábricas, inclusive em rios como o Ganges, contribuindo para a poluição do solo e da água subterrânea. Autoridades de saúde pública alertam as comunidades sobre a inadequação da água para consumo humano.

Testes conduzidos por diversas agências, incluindo o governo indiano, revelaram níveis elevados de pesticidas nos produtos da Coca-Cola. Como resultado, o Parlamento indiano proibiu a venda da marca em sua cafeteria. 

Entretanto, a Coca-Cola não apenas continua vendendo bebidas contaminadas na Índia, que não atenderiam aos padrões dos EUA e da UE, como também introduz novos produtos no mercado indiano.

Além dos problemas já mencionados, a instalação mais recente da Coca-Cola em Ballia, na Índia, está situada em uma área com séria contaminação de arsênio em suas águas subterrâneas, agravando ainda mais a crise hídrica.

Privatização da água: Aumento dos preços das commodities essenciais


Nos países em desenvolvimento, os aumentos nos preços dos combustíveis elevam os custos de fervura da água da torneira, incentivando a privatização dos recursos hídricos. A privatização, por sua vez, pode evoluir para a propriedade efetiva de lagos e rios por empresas privadas, consolidando seu controle sobre os preciosos recursos naturais.

Estamos diante de uma intricada concentração de poder econômico, onde os instrumentos de manipulação de mercado afetam diretamente a vida de milhões. 

Os preços globais de alimentos, água e combustíveis são determinados globalmente, escapando da influência de políticas nacionais. O aumento dessas três commodities essenciais se torna uma ferramenta de "guerra econômica", realizada pelos mercados de futuros e opções.

Esses aumentos de preços não são meramente conceitos de mercado; são, na verdade, instrumentos que contribuem para "eliminar os pobres" através da fome. A eclosão da fome global tem implicações geopolíticas e estratégicas amplas, revelando uma história mais antiga de considerações sobre controle populacional.

Henry Kissinger, em 1974, afirmou: "Controle o petróleo e você controla as nações; controle a comida e controla as pessoas". Essa afirmação ressoa nos dias de hoje, à medida que enfrentamos não apenas uma crise de água provocada por corporações como a Coca-Cola, mas uma crise global de recursos que impacta diretamente as vidas de milhões.
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