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Evolução das máquinas e fim da humanidade: Milhões perderão emprego para IA em três anos

Um relatório do banco Goldman Sachs estima que 300 milhões de empregos em todo o mundo podem ser substituídos pela IA generativa.


Evolução das máquinas e fim da humanidade: Milhões perderão emprego para IA em três anos

A inteligência artificial (IA) é uma das tecnologias mais promissoras e disruptivas da atualidade, capaz de transformar diversos setores da economia e da sociedade. No entanto, também traz desafios e incertezas sobre o futuro do trabalho e o impacto na vida das pessoas.

Não há uma previsão exata de quantos brasileiros perderão seus empregos para a inteligência artificial em 3 anos. No entanto, um relatório do banco Goldman Sachs estima que 300 milhões de empregos em todo o mundo podem ser substituídos pela IA generativa.

Segundo um estudo da consultoria McKinsey, até 2030, cerca de 15,7 milhões de trabalhadores brasileiros poderão ter suas atividades substituídas por máquinas inteligentes. Isso representa 50% dos empregos formais no Brasil. Os setores mais afetados seriam os de manufatura, varejo, transporte e logística.

Mas isso não significa que todos esses trabalhadores ficarão desempregados. O mesmo estudo aponta que a IA também criará novas oportunidades de trabalho para aqueles com estudos na área da tecnologia - exigindo novas habilidades e competências dos profissionais. 

Milhões serão substituídos por IA. Milhões de empregos serão extintos


Uma das principais questões que se coloca é: quantos brasileiros perderão o emprego para IA em 3 anos? Essa pergunta não tem uma resposta simples ou definitiva, pois depende de vários fatores, como o nível de adoção da IA pelas empresas, o tipo de ocupação, a qualificação dos trabalhadores, as políticas públicas e a demanda por novas habilidades.

No entanto, alguns estudos e projeções podem nos dar uma ideia do cenário que se desenha. Um deles é o relatório "The Future of Jobs 2020", da organização globalista, Fórum Econômico Mundial, que analisa as tendências globais do mercado de trabalho até 2025.

Segundo o documento, a IA será responsável por criar 97 milhões de novos empregos, mas também eliminando cerca de 85 milhões de postos existentes. Só para se ter uma ideia, uma organização chamada de  IBIS World, líder em pesquisa financeira, relatou que os EUA caminham para status de terceiro mundo - Provavelmente falamos de 300.000 – 400.000 empregos sendo ocupados pela IA – apenas nos pedidos de fast-food dos EUA.

No Brasil, a estimativa é que a IA crie 2,9 milhões de novos empregos e elimine 2,4 milhões, gerando um saldo positivo de 500 mil para aqueles com conhecimentos em IA - por um certo tempo até que tudo esteja já bem estabelecido, é claro. No entanto, isso não significa que todos os trabalhadores estarão protegidos ou beneficiados pela IA. 

O relatório aponta que 40% dos trabalhadores precisarão se requalificar ou atualizar suas habilidades nos próximos cinco anos para se adaptar às mudanças - o que, claramente, não estamos vendo isso acontecer. 

O Diretor do filme ‘Exterminador do Futuro’ diz que filme foi alerta sobre perigos da IA: Em uma entrevista recente à CTV News, o cineasta de 68 anos compartilhou suas opiniões sobre o debate em andamento sobre Inteligência Artificial (IA).

“Eu avisei vocês em 1984, mas não fomos ouvidos”, disse Cameron à CTV News.

Com uma perspectiva séria sobre o futuro da inteligência artificial, Cameron expressou sua profunda preocupação com a possibilidade de a IA avançar além de nosso controle.

Ele destacou que a transformação da IA em armamento é uma ameaça significativa: “Acho que o maior perigo está na transformação da IA em armas”, enfatizou o diretor. Cameron também compartilhou suas apreensões sobre a corrida armamentista em relação à IA, com potências disputando a fabricação de robôs-armas.

Os mais afetados pela "Inteligência Artificial"


Além disso, há uma grande disparidade entre os diferentes setores e ocupações. Os mais afetados pela IA serão aqueles que envolvem tarefas repetitivas, rotineiras ou de baixa complexidade, como operadores de máquinas, caixas, atendentes, digitadores e vendedores.

Por outro lado, os mais beneficiados serão aqueles que exigem criatividade, pensamento crítico, resolução de problemas ou interação humana, como engenheiros, programadores, médicos, professores e gestores - até que também sejam substituídos.

Portanto, a resposta para a pergunta inicial é que não há um número exato ou único de brasileiros que perderão o emprego para IA em 3 anos. O que há é um cenário de transformação acelerada e desigual do trabalho, que demanda uma preparação contínua e uma adaptação constante dos trabalhadores e das empresas.

A IA para alguns oportunistas, pode ser uma oportunidade e, para as classes de baixo escalão e conhecimento tenológico, é claramente uma ameaça a sobrevivência, dependendo da forma como será utilizada e regulada.

O efeito mais amplo serão milhões e milhões de empregos em todo o mundo desaparecidos nos próximos 3 anos. Os trabalhos removidos por meio da automação são sempre substituídos por novos trabalhos – mas isso é ao longo do tempo. No entanto, isso pode ser difícil substituir esses milhões e milhões de empregos perdidos para a IA tão rápido quanto esses empregos serão eliminados.

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