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Brasil + Contaminado: Brasil aprova plantio de trigo geneticamente modificado ligado a Argentina

O governo brasileiro aprovou o plantio de trigo geneticamente modificado (GM) no país, tornando-se a segunda nação sul-americana a fazê-lo.


Brasil + Contaminado: Brasil aprova plantio de trigo geneticamente modificado ligado a Argentina

O governo brasileiro aprovou o plantio de trigo geneticamente modificado (GM) no país, tornando-se a segunda nação sul-americana a fazê-lo depois da Argentina. Acontece que os agricultores e comerciantes deveriam impedir drasticamente esse horror. E pode ser o único remédio eficaz para impedir o lançamento de trigo transgênico comercial, que demonstrou silenciar permanentemente os genes humanos e até levar à morte prematura de crianças pequenas.

A aprovação foi concedida pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) em resposta a um pedido da empresa de genética vegetal Tropical Melhoramento e Genética (TMG). Com sede no estado do Mato Grosso, no Brasil, a TMG é parceira da empresa argentina Bioceres – que desenvolveu a cepa de trigo HB4 aprovada.

A TMG observou que a aprovação de Brasília deu luz verde para o cultivo comercial da cepa de trigo HB4 GM no país. A Bioceres destacou que a aprovação pela CTNBio da linhagem de trigo GM HB4 abriu o mercado brasileiro para a tecnologia.

O Brasil planta cerca de três milhões de hectares (741.316 acres) com trigo, principalmente em estados do sul, como Rio Grande do Sul e Paraná. Agricultores desses estados podem estar interessados ​​em trigo tolerante à seca porque culturas como milho e soja cultivadas no sul do Brasil sofreram com o estresse hídrico.

No entanto, a aprovação se aplica apenas ao cultivo da cepa e não ao consumo doméstico. Outros países como EUA, Colômbia, Nova Zelândia, Austrália, África do Sul e Nigéria permitiram o HB4 para consumo humano e animal. HB4 só é permitido para uso em ração animal na Indonésia.

De acordo com a Bioceres, o trigo transgênico apresentou maior produtividade em relação às variedades convencionais. Os ambientes direcionados mostraram uma melhoria de rendimento de até 43%.

Aprovação de trigo transgênico no Brasil abre novo capítulo de contaminação em massa


O uso de milho GM e variedades de soja para ração animal, biocombustíveis e ingredientes como óleo de cozinha é uma prática comum. No entanto, o trigo GM nunca foi cultivado para fins comerciais. Os temores dos consumidores sobre possíveis alergias ou toxicidades na versão GM da cultura básica usada para pães, massas e doces impediram qualquer plano de cultivo comercial.

Pelo menos duas associações de alimentos do país saudaram a decisão da CTNBio de aprovar o cultivo do trigo transgênico HB4. Uma dessas associações, a Abimapi – que representa os fabricantes brasileiros de biscoitos, massas, pães e bolos – elogiou a medida como potencialmente capaz de aumentar o abastecimento interno, o que, acrescentou, poderia reduzir os custos da indústria.

A Abimapi já era contra o trigo transgênico. No entanto, mudou sua postura após os resultados de uma pesquisa que encomendou, com mais de 70% dos brasileiros dizendo que não se importariam em consumir produtos que continham trigo transgênico.

A Abitrigo, grupo industrial do país para moinhos de farinha, também elogiou a decisão. Ele disse que a aprovação resolve “o risco de conflitos regulatórios” porque as importações de farinha foram permitidas antes mesmo que a cepa de trigo GM HB4 fosse efetivamente eliminada no Brasil. Em novembro de 2021, o Brasil se tornou a primeira nação do mundo a permitir a importação de farinha feita com trigo GM.

“A aprovação para plantio, importação e comercialização do trigo transgênico resolve essa questão, trazendo tranquilidade aos diversos atores do mercado”, disse a Abitrigo em nota. “A palavra final caberá aos consumidores.”

Enquanto a Abimapi e a Abitrigo veem potenciais benefícios de lucros e produção com a aprovação do trigo transgênico, os brasileiros podem ver possíveis problemas de saúde com essas “culturas Frankenstein”. Um artigo de setembro de 2018 da NaturalHealth365 elaborou os malefícios dos alimentos feitos com ingredientes transgênicos.

De acordo com o artigo, a modificação genética pode introduzir ou elevar alérgenos, toxinas e antinutrientes que, de outra forma, estariam ausentes em cultivos não modificados. Os efeitos do inseticida biológico Bacillus thuringiensis (Bt) e do herbicida tóxico glifosato também podem ser responsabilizados pelos problemas relacionados aos alimentos transgênicos.

Os especialistas levantaram a preocupação de que o Bt – que cria pequenos orifícios no intestino das pragas – possa ter o mesmo efeito no sistema digestivo humano. Além disso, os animais que receberam ração feita de soja transgênica mostraram crescimento de células potencialmente cancerígenas e aumento da inflamação em seus estômagos.

A experiência canadense mostrou que a introdução do trigo GM também afetaria os produtores de trigo convencional e orgânico porque os compradores conhecem a segregação é impossível."“A contaminação do trigo convencional com trigo transgênico experimental é uma possibilidade real, apesar das estratégias implementadas para 'impedir a dispersão do pólen'”, acrescenta o relatório. "Se o trigo transgênico for comercializado em larga escala, a contaminação do trigo convencional e orgânico seria inevitável.

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