IMUNIDADE NATURAL CONTRA COVID: estudo revela que imunidade natural é superior a dos induzidos por vacinas

Vacinação: IMUNIDADE NATURAL CONTRA COVID: estudo revela que imunidade natural é superior a dos induzidos por vacinas... Estudo israelense mostra que o sistema imunológico natural é mais forte do que os induzidos por vacinas

Fabio Allves
Compartilhe:
IMUNIDADE NATURAL CONTRA COVID: estudo revela que imunidade natural é superior a dos induzidos por vacinas

Um importante estudo conduzido por pesquisadores israelenses sobre a imunidade natural descobriu que a imunidade natural, ou seja, a dos não vacinados contra a infecção, é superior à imunidade artificial induzida pela "vacina" de 2 doses de tecnologia experimental mRNA da Pfizer - semelhantemente a da Moderna. Os autores concluíram que a imunidade natural confere proteção mais duradoura e mais forte contra infecção, doença sintomática e evita a hospitalização causada pela variante Delta do SARS-CoV-2.

De acordo com esse estudo e baseando em medicina por evidências, se possuem imunidade natural contra um "vírus variante mais letal", isso significa que os não vacinados já obtiveram imunidade natural contra a 1 cepa do vírus, ou seja, a COVID-19. Logo já não faz sentindo vacinar contra a primeira cepa, certo? Logo não faz sentido passaporte sanitário?

Os dados recém-divulgados mostraram que as pessoas que haviam sido infectadas com COVID-19 eram muito menos propensas a pegar a  variante delta da doença, desenvolver sintomas a partir dela ou ficar hospitalizadas devido ao vírus. O mesmo estudo mostrou que aqueles que receberam suas doses completas tinham seis a 13 vezes mais probabilidade de serem infectados em comparação com indivíduos não vacinados que foram previamente infectados com a doença.

Os autores descobriram que, entre 1º de junho e 14 de agosto, os vacinados em janeiro e fevereiro de 2021 tiveram um risco aumentado de 13 vezes (IC de 95%, 8-21) para infecção com a variante Delta, em comparação com as pessoas não vacinadas que desenvolveram imunidade natural contra o vírus da covid-19 nos dois primeiros meses do ano. 

Embora este estudo esteja atualmente em pré-impressão e ainda não tenha sido revisado por pares, essa evidência observacional, deixa claro para alguns especialistas em doenças infecciosas, como o Professor François Balloux da University College London , o consideraram um relatório “bomba”. 

É uma boa notícia para aqueles que já lutaram com sucesso contra a doença, mas também ilustra os problemas de depender exclusivamente de vacinas para superar a pandemia.

Pesquisadores da Maccabi Healthcare e da Universidade de Tel Aviv compararam os resultados de mais de 76.000 israelenses em três grupos:

  • Os duplamente vacinados (com a vacina Pfizer),
  • Os previamente infectados com apenas uma única dose da vacina.
  • Os previamente infectados (mas não vacinados),

Os pesquisadores também descobriram que aqueles que foram previamente diagnosticados com COVID-19 estavam mais protegidos contra a reinfecção do que aqueles que foram vacinados. Este maior estudo observacional até agora, deixa claro, que as vacinações experimentais estão causando mais danos na população do que uma proteção natural contra a doença, no qual, possivelmente, as variantes estão escapando dos corpos dos vacinados, como alertaram especialistas de renome.

O estudo examinou os registros médicos de dezenas de milhares de israelenses, mapeando suas infecções, sintomas e hospitalizações entre 1º de junho e 14 de agosto, quando a variante delta surgiu no país.

Este é o maior estudo observacional do mundo real até agora que compara a imunidade natural e induzida artificial por vacina contra SARS-CoV-2. O aumento maciço de infecções em Israel parece ter sido um desastre, e a crise da vacina em Israel deve servir como um alerta para o resto do mundo.

Imunidade natural melhor do que vacinação


Charlotte Thålin, médica e pesquisadora de imunologia do Hospital Danderyd e do Instituto Karolinska, disse que o caso em Israel é um exemplo clássico de como a imunidade natural é melhor do que a vacinação. 
A nova análise se baseia no banco de dados da Maccabi Healthcare Services, que registrou cerca de 2,5 milhões de israelenses.

“Pelo que sei, é a primeira vez que [isso] foi realmente mostrado no contexto do COVID-19”, disse ela.

Liderada por Tal Patalon e Sivan Gazit, a pesquisa descobriu que indivíduos nunca infectados que foram vacinados em janeiro e fevereiro têm de seis a 13 vezes mais probabilidade de serem infectados do que indivíduos não vacinados que foram previamente infectados com a doença.

Em uma análise comparando mais de 32.000 pessoas no sistema de saúde, mostrou que o risco de desenvolver COVID-19 sintomático foi 27 vezes maior entre os vacinados e o risco de hospitalização, oito vezes maior.

Os dados mostram que as pessoas que se recuperaram da infecção por SARS-CoV-2 continuam a desenvolver anticorpos contra o coronavírus por até um ano. Em contraste, os indivíduos totalmente vacinados param de ver aumentos nos anticorpos alguns meses após receberem a segunda dose -  E isso pode significar uma diminuição da imunidade levando a serem mais suscetíveis a infecções.

Ainda assim, Thålin e outros pesquisadores enfatizaram que a infecção deliberada entre pessoas não vacinadas as colocaria em risco significativo de doença grave, morte ou sintomas persistentes de COVID. O estudo mostrou os benefícios da imunidade natural, mas “não leva em consideração o que esse vírus faz ao corpo para chegar a esse ponto”, diz Marion Pepper, imunologista da Universidade de Washington, Seattle .

Isso é especialmente preocupante, considerando que a pandemia COVID-19 já matou mais de 4 milhões de pessoas em todo o mundo, e delta e outras variantes são conhecidas por serem mais mortais do que o vírus original. Além disso, um novo estudo também levantou preocupações sobre a eficácia das vacinas de mRNA. A vacina Pfizer COVID-19, por exemplo, mostrou ser apenas 42% eficaz contra a variante delta.

A imunidade adquirida naturalmente é mais poderosa do que a imunidade induzida por vacina para muitas doenças infecciosas e, na maioria das vezes, essas imunidades duram a vida toda. 
Isso significa que a imunidade natural, desenvolveu proteção duradoura contra a COVID, isso quer dizer que uma variante, possivelmente também será superada por uma imunidade natural já memorizada tal infecção do que uma dependente de vacina? A verdade que não é admitida, é que variantes são um produto das vacinações em massa.

Compartilhe:

EXPLORE MAIS SOBRE:

Ciência | Coronavírus | Covid-19 | medicina | saúde | Saúde e medicina | Sociedade | Vacina | Vacinação
Fabio Allves

Autor: Fabio Allves

Criador do Coletividade Evolutiva; Um autodidata ávido pensador livre, eu parti em uma missão em busca da verdade e despertar. Desde meu autoconhecimento há vários anos, minha paixão por conhecimento e justiça me levou a uma jornada em busca de pesquisas profundas. Questionando as raízes que constitui aparentemente nossa “realidade”, e como o condicionamento social afeta nossa busca coletiva pela verdade em todos os aspectos da vida. Tem como objetivo trazer às informações que está livremente correndo nas mãos do público, para ajudar a facilitar o fluxo complexo de informações, de modo que outros posam facilmente alcançar seu próprio despertar.