Após 9 dias de protestos, a Dinamarca revoga lei de vacinação Covid-19 obrigatória e de uso de força policial

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Após 9 dias de protestos a Dinamarca revoga lei de vacinação Covid-19 obrigatória e de uso de força policial

 Vazou ontem uma informação que a grande mídia, gigantes da tecnologia parece ter ocultado ou evitado de todo o público sobre como as pessoas na Dinamarca estavam reivindicando sua democracia e seus direitos em protestos que duraram 9 dias, e nem uma informação foi divulgado para o público externo até agora - mas aqui está, uma lei na Dinamarca permitiria que as autoridades públicas utilizassem até mesmo forças policiais para obrigar a população a se vacinar contra o vírus chinês (Coronavírus/Covid-19) e acabou sendo abandonada após enfrentar 9 dias de protestos consecutivos.

Batizada de "Lei da Epidemia", o governo do país teria poderes para decretar quarentenas mandatórias contra qualquer infectado com uma doença perigosa, mas o que mais acabou revoltando a população foram as questões de vacinações obrigatórias, inclusive com uso de forças policiais para tanto.

Assim como está prestes a se aplicar no Brasil e em alguns países do mundo, além de aplicar medidas de quarentena, a lei dava poderes às autoridades da Dinamarca, para proibir o acesso a instituições públicas, supermercados e lojas, lares de idosos públicos e privados e hospitais, e também impor restrições ao acesso ao transporte público. 

No Twitter abaixo está: DINAMARCA: 9 dias de protestos contra uma nova lei que “seria capaz de definir grupos de pessoas que devem ser vacinadas. As pessoas que recusarem o acima exposto podem ser coagidas por meio de detenção física, com permissão para assistência policial”.
 "A Autoridade Sanitária dinamarquesa poderia definir grupos de pessoas que devem ser vacinadas para conter e eliminar uma doença perigosa", relata um jornal local.

No entanto, após nove dias consecutivos de protestos contra a nova lei, ela acabou sendo descartada pelo poder público.

Twitter abaixo está: Na Dinamarca, o governo nacional propôs uma nova lei de epidemias que inclui o direito de realizar exames físicos forçados, isolamento obrigatório e permite a vacinação sob coação física dirigida pela polícia.

O povo resistiu.

A proposta foi abandonada.

Na semana passada, a fonte originária afirmou que empresas como a Ticketmaster e as companhias aéreas estão considerando impedir as pessoas de entrar nos locais e voar se não puderem provar que tomaram a vacina. Em outras palavras, ter um "passaporte de imunidade" que temos alertado sobre o assunto no grande Reset que será exigido a todo o mundo.

O jornalista Joseph Watson finaliza a reportagem com o seguinte comentário:

Com uma vacina contra o coronavírus à vista, governos em todo o mundo está refletindo sobre quais medidas punitivas devem ser aplicadas contra aqueles que se recusam a tomá-la.
Portanto, embora os protestos públicos possam impedir que as autoridades realizem a vacinação forçada, as pessoas que se recusarem a tomar a vacina podem achar que é virtualmente impossível desfrutar de qualquer tipo de vida social, usar transporte público ou até mesmo encontrar emprego.

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Fabio Allves

Fabio Allves
Criador do Coletividade Evolutiva; Um autodidata ávido pensador livre, eu parti em uma missão em busca da verdade e despertar. Desde meu autoconhecimento há vários anos, minha paixão por conhecimento e justiça me levou a uma jornada em busca de pesquisas profundas. Questionando as raízes que constitui aparentemente nossa “realidade”, e como o condicionamento social afeta nossa busca coletiva pela verdade em todos os aspectos da vida. Tem como objetivo trazer às informações que está livremente correndo nas mãos do público, para ajudar a facilitar o fluxo complexo de informações, de modo que outros posam facilmente alcançar seu próprio despertar. | Telegram