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DENÚNCIA BOMBA: Testes da Vacina Pfizer incluem falsificação de dados, atraso na notificação de eventos adversos, risco de biossegurança e o pior – controle zero

Vacinação: DENÚNCIA BOMBA: Testes da Vacina Pfizer incluem falsificação de dados, atraso na notificação de eventos adversos, risco de biossegurança e o pior – controle zero... As revelações foram feitas por uma ex funcionária do laboratório Ventavia, empresa contratada pela Pfizer com sede no Texas, Estados Unidos

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DENÚNCIA BOMBA: Testes da Vacina Pfizer incluem falsificação de dados, atraso na notificação de eventos adversos, risco de biossegurança e o pior – controle zero

A revista científica britânica British Medical Journal fundada em 1840, publicou um artigo dia 2 de novembro de 2021, escrito pelo jornalista investigativo Paul Thacker, que despertou ainda mais dúvidas e desconfianças de como as empresas farmacêuticas vêm agindo nesta pandemia.

As revelações foram feitas por uma ex funcionária do laboratório Ventavia, empresa contratada pela Pfizer com sede no Texas, Estados Unidos, para realizar o principal ensaio clínico da vacina para o COVID-19.

A diretora regional Brook Jackson, enviou uma queixa à Food and Drug Administration (FDA) para relatar as más condutas dentro da empresa Ventavia, contratada para realizar testes cruciais de vacinas Pfizer para Covid-19.

A Ventavia se autodenomina a maior empresa privada de pesquisas clínicas do Texas, e tem uma vasta lista de prêmios recebidos por seus trabalhos contratuais. Mas, pela denúncia de sua ex-funcionária Brook, o prêmio de qualidade e ética na organização de pesquisa para a vacina Pfizer Covid-19, eles não irão receber pelo menos é o que esperamos.

As denúncias feita por Brook através de um e-mail enviado à FDA são graves, e nos traz a convicção que algo está errado. Como já suspeitávamos.

Em seu e-mail enviado na manhã de 25 de setembro à FDA, Brook Jackson relatou que Ventavia havia inscrito mais de 1000 participantes em três sites. O teste completo (registrado sob nct 04368728) inscreveu cerca de 44.000 participantes em 153 locais que incluíram inúmeras empresas comerciais e centros acadêmicos. Ela então listou uma dúzia de preocupações que tinha testemunhado, incluindo:

  • Participantes colocados em um corredor após injeção e não sendo monitorados pelo corpo clínico.
  • Falta de acompanhamento oportuno de pacientes que sofreram eventos adversos.
  • Desvios de protocolo não sendo relatados.
  • Vacinas não sendo armazenadas a temperaturas adequadas.
  • Amostras de laboratório mal rotulados, e Direcionamento da equipe da Ventavia para relatar esses tipos de problemas.

Em poucas horas, Brook recebeu um e-mail da FDA agradecendo-lhe por suas preocupações e notificando-a de que a FDA não poderia comentar qualquer investigação que pudesse resultar, e foi demitida na mesma tarde do dia 25 de setembro, com a alegação que ela não se ajustava a empresa. Dias depois, Brook recebeu uma ligação de um inspetor da FDA para discutir seu relatório, mas foi informada de que nenhuma informação adicional poderia ser fornecida, à partir deste momento ela não teve mais noticiais de seu relatório.

As graves acusações foram documentadas através de fotos, e-mails trocados entre Ventavia, FDA, ICON e outras associações e gravações de conversas comprometedoras entre os dirigentes dos centros de pesquisas. Ventavia falsificou dados, efetivou a perda de cegamento para pelo menos 1000 pacientes ( violando a regra do anonimato), empregou pessoas que não foram treinadas adequadamente para os testes clínicos de vacinação, não acompanhou a tempo os eventos adversos relatados GRAVES por pacientes no teste da fase III da Pfizer, além de ter colocado em risco de biossegurança todos os envolvidos – confirmado através das fotos feitas por Brook em seu celular. 

Os funcionários que realizaram verificações de controle de qualidade ficaram sobrecarregados com o volume de problemas que estavam encontrando e segundo uma funcionária os dados gerados pela Ventavia para o teste da Pfizer. “É uma verdadeira bagunça.”

No meio de tantas denúncias, os órgãos reguladores de medicamentos continuam aprovando estas vacinas para serem aplicadas em massa na população mundial, e agora em crianças, colocando em risco todos que se submetem as inoculações: Uma verdadeira roleta russa.

Todas as autoridades governativas, empresariais e científica devem fazer uma reflexão com a máxima transparência sobre os episódios mortais que estamos assistindo durante esta pandemia. Não é só um dever público, mas sim uma questão de ética e responsabilidade com vidas humanas, que devem ser aplicados em um futuro bem próximo.

Fica cada dia mais difícil conquistar a confiança dos cidadãos diante de tanta mentira e manipulações, o povo se sente enganado em escala global e através destes fatos se torna cada vez mais legítima a decisão de não acatar as imposições dos “deuses competentes” da ciência governativa. Ninguém quer colocar suas vidas em risco, já entendemos que estamos a mercê de uma total incompetência obscura capaz de levar à todos para o matadouro sem nenhuma piedade.


Originalmente em: karinamichelin.com
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Autor: Coletividade Evolutiva

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