Aborto é Sacrifício Demoníaco: Um Ato Perverso e Satânico - PL1904/2024 Já!

O PL 1904/2024 altera o Código Penal brasileiro, impondo penas mais severas para quem matar bebês em gestação após a 22ª semana.


Aborto é Sacrifício: Um Ato Perverso e Satânico - PL1904/2024 Já!

O debate sobre o aborto sempre foi polarizador e emocional, mas ao analisar o tema sob uma perspectiva moral e ética, torna-se evidente que o aborto pode ser visto como um ato perverso e satânico. Este artigo critica a prática do aborto, e como isso não se trata de questão de saúde pública, mas como uma verdadeira abominação que desafia os princípios fundamentais da humanidade.

O aborto é, em essência, um sacrifício demoníaco. A vida é sagrada desde a concepção e a interrupção deliberada dessa vida é um ato contra a ordem natural e divina. Para aqueles que defendem essa perspectiva, o aborto não é apenas uma escolha pessoal ou um direito reprodutivo, mas um verdadeiro ataque à santidade da vida humana.

Além do ato em si, há práticas associadas ao aborto que agravam ainda mais sua perversidade. Muitos relatórios indicam que redes de saúde lucram com a venda de fetos (ou partes) para empresas farmacêuticas e de cosméticos. Este comércio é uma abominação sem precedentes, transformando seres humanos em mercadoria, além do fato, de sacrificar vidas humanas inocentes.

Na Wikipédia diz: Sacrifício (do Latim: Sacrificium; literalmente: "ofício sagrado"), também conhecido como imolação, oblação, oblata, oferenda ou oferta, é a prática de oferecer aos deuses, na qualidade de alimento, a vida (designada como "vítima") de animais, humanos, colheitas e plantações, como ato de propiciação ou culto.

Projeto de Lei 1904/2024: Uma Resposta Necessária


O Projeto de Lei (PL) 1904/2024, que equipara o aborto ao homicídio, surge como uma resposta necessária a essa situação. A expectativa dos autores do projeto era de que a proposta fosse levada ao Plenário da Câmara dos Deputados ainda nesta semana. No entanto, a pressão do movimento pró-aborto fez os parlamentares repensarem a estratégia.


O principal autor do texto, o deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), afirmou que tem até o último dia de mandato do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) – que termina em fevereiro de 2025 – para pautar o projeto. Anteriormente, Sóstenes declarou que poderia retirar o projeto de pauta se o PSOL desistisse de uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) que conseguiu uma liminar do ministro Alexandre de Moraes para suspender a resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) que impedia o uso da assistolia fetal, método utilizado para o aborto após 22 semanas de gestação.

O PL 1904/2024 altera o Código Penal brasileiro, impondo penas mais severas para quem matar bebês em gestação após a 22ª semana. As penas são equiparadas às do homicídio simples, com detenção de até 20 anos. Ao contrário do que alegam os defensores do aborto, o projeto prevê o perdão judicial e a mãe não será, necessariamente, penalizada em caso de aborto após estupro.

A Desinformação e a Luta pelo Direito à Vida


A repercussão do projeto gerou forte mobilização de grupos favoráveis e contrários à prática. A disseminação de desinformações, como a possibilidade de menores serem presas ou a proposta beneficiar estupradores, tem sido constante. É essencial que a sociedade esteja bem informada sobre as verdadeiras implicações do projeto e os motivos éticos e morais que o sustentam.

Com aparência de conteúdo jornalístico, algumas narrativas se tornam ainda mais influentes, distorcendo a realidade e manipulado a opinião pública. É crucial que os veículos de comunicação atuem com responsabilidade, apresentando fatos de maneira objetiva e transparente.

Conclusão

O aborto, visto como um ato perverso e satânico, vai além de uma simples decisão individual. Envolve questões profundas de moralidade, ética e respeito à vida humana. O Projeto de Lei 1904/2024 representa um passo importante na defesa desses valores, buscando equiparar a prática do aborto ao homicídio e combater a abominação do comércio de fetos. A sociedade deve se unir para proteger os mais vulneráveis e afirmar o valor inegociável da vida desde a concepção.
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