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Vacinação

Estadão, comprova e mais 33 agências de notícias, “combatem” fake news, disseminando Fake news

Vacinação: Estadão, comprova e mais 33 agências de notícias, “combatem” fake news, disseminando Fake news... Karina Michelin, jornalista independente, sofreu perseguição dos "verificadores de fatos" e, ela dar a resposta e revela as manipulações dos tais.

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Estadão, comprova e mais 33 agências de notícias, “combatem” as fake news, disseminando Fake news

Não há dúvidas  que um forte conluio, está sendo realizando para suprimir informações aprofundadas, sobre certos assuntos, que na maioria das vezes, perturbam alguém ou interesses corporativos.

Por: Karina Michlin ― Jornalista independente ― Os famosos verificadores de fatos, criadores de narrativas que se auto proclamaram os senhores da “verdade” não dão trégua para a mentira, hipocrisia e para o mau caratismo. A tarefa destes verificadores não é de forma alguma esclarecer os fatos, sua tarefa é manipulá-los e distorcê-los completamente até que atinjam a sua completa falsificação.

A prova mais clara disto é a última tentativa destes vassalos de ocultar informações importantes, verdadeiras e relevantes durante uma live no meu canal no YouTube no dia 29 de setembro, com Mauricio Pollacsek, brasileiro que mora em Tel Aviv há mais de 10 anos.

O Estadão, Comprova e seus grupos alinhados com a mentira, fizeram uma publicação no dia 08 de outubro na sua seção “fact checkers”, publicada na primeira página do seu site on-line. Mais uma tentativa de manipular os fatos, omitindo os dados científicos e informações importantes que já era de conhecimento da classe médica israeliana.

Mas será que o video era realmente enganoso? Vamos aos fatos:

Os fact checkers trazem em seu título de capa uma afirmação: “O número de pessoas infartadas em Israel não cresceu após a vacina.”

Em seu título eles afirmam que o número de pessoas infartadas em Israel NÃO cresceu após a vacina. Será mesmo que está afirmação é verdadeira?



Desde abril de 2021, notou-se um aumento de casos de miocardite e pericardite em Israel. O próprio Ministério da Saúde de Israel chegou a declarar no domingo (25 de abril) que estava examinando um pequeno número de casos de inflamação cardíaca em pessoas que receberam a vacina COVID-19 da Pfizer (PFE.N), embora ainda naquele momento não havia nenhuma conclusão.


No mês de junho a grande mídia estampava em suas capas de sites e jornais que o fenômeno anômalo relacionado a vacina era um dado de fato, mas como disse a revista Science no dia 01 de junho: “Israel relata ligação entre casos raros de inflamação do coração depois da vacinação contra o COVID-19 em jovens, principalmente homens. Estudo fortalece as suspeitas anunciadas pela primeira vez em abril, mas a maioria dos incidentes são leves. “ link -> https://www.science.org/content/article/israel-reports-link-between-rare-cases-heart-inflammation-and-covid-19-vaccination

Um artigo que buscava em todos os sentidos justificar a vacinação, mesmo que as evidências consideradas mínimas por eles, eram reais. Assim dessa mesma maneira, toda a grande mídia começou a divulgar esta noticia minimizando o fato e enaltecendo a vacinação.

Os verificadores de fatos, explicaram como chegaram a tais conclusões para dar o veredicto final :



É impressionante que uma agência formada por um grupo de 33 veículos de comunicação tenha que recorrer a ferramentas de screenshot e TinEye para decifrar a imagem da moto de Israel, para saber de onde elas vêm. Depois de adotar todas essas ferramentas, até o inspetor Bugiganga se sentiria desqualificado com tanto amadorismo mas, finalmente depois de perder tanto tempo eles escrevem orgulhosos : “ Identificamos que as imagens são de equipamentos pertencentes ao Magen David Adom, o serviço nacional de atendimento a emergências médicas e desastres de Israel. A reportagem encaminhou um email-, que não foi respondido.”

Vamos continuar a analisar as sentenças dos senhores da verdade, leiam com atenção:



Nestas duas fotos relacionadas ao texto confuso, longo e sem nenhuma explicação concreta, verificamos somente linhas copiadas do site da MDA, justificativas e informações óbvias sobre um serviço de saúde que existe há anos em Israel ( na linguagem popular, meu avô diria que este texto foi uma “encheção de linguiça”).

O que os “verificadores” não verificaram foi o por quê do aumento de instalações de desfibriladores por toda a cidade, incluindo nas ruas e não somente em lugares privados como a lei prevê. Aqui nestas duas fotos recentes, tiradas no dia 13 de outubro podemos observar que desfibriladores ainda estão sendo instalados como “orelhões” pelas calçadas.






Como os “fact-checkers” afirmaram no texto que: “Sem apresentar fontes, o estilista diz que estas pessoas possuem entre 18 e 30 anos e estão “infartando assim, como moscas”, acrescentando que 100% destes casos são de pessoas vacinadas.”

Eu trago à eles algumas informações e dados importantes, acredito que os estagiários que escrevem esses textos amadores e os transformam em “sentenças difamatórias” não tenham nenhum conhecimento de causa.


MDA: Aumento de 25% nas chamadas de emergência relacionada a parada cardíaca e ataques cardíacos entre jovens de 16 a 29 anos.


O professor Retsef Levy, renomado especialista israelense que vive em Boston, trouxe no mês de julho (2021) para o conhecimento da opinião pública uma pesquisa, mostrando o aumento significativo de mortes e ataques cardíacos entre jovens desde o início da campanha de vacinação em Israel.

Retsef Levy

Dr. Levy atua como professor na MIT Universidade de Boston (MIT Sloan School of Management é uma das cinco faculdades do Massachusetts Institute of Technology, localizado em Cambridge, no estado norte-americano de Massachussets), é PhD em pesquisa de desempenho pela Cornell University, Major (Res.), atua no campo de operações especiais no Corpo de Inteligência, é especialista em gerenciamento de riscos sistêmicos, e trabalha no desenvolvimento e implementação de modelos de análise de risco e protocolos, além de tomar decisões na gestão da pandemia coronavirus para vários órgãos governamentais dos EUA.

O Prof. Retsef Levy analisou as chamadas de emergência para o MDA ( Magen David Adom- serviço nacional de emergência médica e desastres de Israel) entre os anos 2019 – 2021.

Ele verificou um aumento de 25% nas chamadas de emergência relacionada a parada cardíaca e ataques cardíacos entre jovens de 16 a 29 anos. Além disso: um aumento de 83% de parada cardíaca e ataques cardíacos entre mulheres de 20 a 29 anos . A conexão existente é baseada na correlação com as vacinas anti-Covid 19, que segundo ele é preocupante.

Documento oficial da pesquisa do professor Retsef Levy:

Link de acesso: https://drive.google.com/file/d/1QT2uUC4j9I2cVpsD1prkScBg0gUqI52x/view





De acordo com este estudo conduzido pelo Prof. Retsef Levy, está claro que há uma correlação entre as vacinas e a incidência de chamadas a MDA relacionadas a ataques cardíacos e condições de paradas cardíaca.

Associado a paradas cardíacas e ataques cardíacos de acordo com as definições estabelecidas pelas equipes de resgate do MDA.

Foi registrado um aumento de 83% em parada cardíaca e ataques cardíacos entre mulheres de 20 a 29 anos

Este período é dividido em três partes principais:

  • 14 meses sem epidemia coronavirus e sem vacinas.
  • 10 meses de pandemia (duas ondas).
  • 5 meses e meio de epidemia com vacinas.

Existe uma ligação entre vacinas e ataques cardíacos?

Segundo o estudo há um aumento de 25% na incidência de ataques cardíacos e parada cardíaca entre janeiro e maio de 2021 entre os jovens de 16 a 29 anos, em comparação com os anos anteriores à epidemia (2019 e 2020). Para aqueles com 40 anos ou mais, o aumento de ataques cardíacos existe, mas é menor.

O fenômeno é particularmente preocupante entre as mulheres de 20 anos. De acordo com o estudo, o número de ataques cardíacos aumentou pelo menos 83%.




Além disso, dados apresentados pela jornalista investigativa Yaffa Shir-Raz, indicam uma correlação entre a quantidade de convulsões e parada cardíaca e a quantidade de vacinas dadas à população. A correlação é forte entre 16 e 39 anos. Esse fenômeno foi mais frequentemente observado naqueles que foram vacinados com as duas doses e nos que tiveram o vírus e que foram vacinados com uma dose.

Já no mês de agosto o gráfico apontava uma mudança quinzenal dos casos confirmados de COVID-19. A taxa de crescimento quinzenal em qualquer data mede a variação percentual no número de novos casos confirmados nos últimos 14 dias em relação ao número dos 14 dias anteriores, aqui podemos ver a comparação entre os países: Estados Unidos, Alemanha, Austrália, Reino Unido e Israel, que supera todos eles.



Vamos voltar para os nossos renomados fact- checkers, na sequência eles fazem outras afirmações:



Em 9 parágrafos eles conseguem dizer tudo e o contrário de tudo. Primeiro, eles afirmam que o Ministério da saúde de Israel informou não haver um aumento na síndrome coronariana, “que inclui” ataques cardíacos em jovens e adultos. Logo nos parágrafos seguintes eles são obrigados a admitir que as “equipes epidemiológicas concluíram HAVER alguma probabilidade de ligação entre a segunda dose e o aparecimento do problema entre jovens homens entre 16 a 30 anos. Na maioria dos casos, a miocardite assumiu uma forma da doença leve e passou em poucos dias “escrevem os fact-checkers- em outras palavras, eles mesmos concluem que a miocardite e pericardite desenvolvidas por esses jovens, são “leves” e o benefício de se vacinar é maior que os riscos.

Eles ainda tiveram a coragem de afirmar que a Anvisa não relatou casos dessas complicações no Brasil.

Talvez eu tenha que lembrá-los de algumas vítimas ( que para eles resultam invisíveis e insignificantes):
Bruno Graf, morto aos 28anos, morto dez dias após tomar a primeira dose da vacina. CAUSA ÓBITO: AVC Hemorrágico decorrente de Trombocitopenia trombotica imune.

Isabeli Borges Valentim, morta aos 16 anos, 8 dias após tomar a vacina. CAUSA ÓBITO: TTP púrpura trombocitopênica trombótica imune.

Aline Constantino, morta aos 35 anos, dias após tomar a vacina. CAUSA ÓBITO: AVC Hemorrágico.

Sofia Benharia, morta aos 17 anos, 7 dias após tomar a vacina. CAUSA ÓBITO: Ataque cardíaco.

Weverton Santos Silva, morto aos 13 anos, 44 dias após tomar a vacina. CAUSA ÓBITO: “ desconhecida” ( mas ele recebeu massagens cardíacas antes de vir a óbito).

Esses são só alguns exemplos pelo visto irrelevantes para vocês e para a Anvisa, porque vocês continuam a negar as evidências. Mas, posso lhes garantir que a lista de notificações é enorme e não para de crescer. Quem está colhendo essas informações importantes para inserir no estudo desta vacina, visto que ainda está em fase experimental, e seus resultados finais devem sair somente em maio de 2023?

Em nenhum parágrafo desta matéria escrita pelos vassalos do sistema, foi escrito a importância e a dificuldade em diagnosticar miocardites.

Há uma dificuldade significativa no diagnóstico de miocardites (inflamação do músculo cardíaco) e em muitos casos, esta doença pode causar morte súbita por ataque cardíaco em jovens.

Além disso, segundo dados da CBS, há uma taxa de mortalidade em excesso em 2021, especialmente na população mais jovem. Afirmando ainda mais os resultados do Prof. Retsef Levi, Israel 2021 Chamadas de emergência do MDA: Aumento de 25% nas paradas cardíacas e ataques cardíacos (16-29). Aumento de 83,6% nos ataques cardíacos (Mulheres 20-29).






No dia 11 de agosto a Associação Children’s Health Defense, também informou que entre os adolescentes de 12 a 17 anos, houve 406 notificações de miocardite e pericardite, com 402 casos atribuídos à vacina da Pfizer.




Os verificadores de fatos com mais de 33 veículos de comunicação traz dados do Ministério da saúde de Israel, com prints efetuados no dia 06-10-2021.



Os gráficos que foram anexados, “mostram uma plataforma do Ministério da saúde que DEVERIAM apresentar dados reais relacionados à pandemia em Israel, em números absolutos, as pessoas vacinadas com a segunda dose na faixa etária dos 20 e 49 anos são maioria das internadas no país, o que é natural quando a maior parte desta população está imunizada com pelo menos duas doses”.

Como podemos observar no último parágrafo eles afirmam que É NATURAL que essa faixa etária dos 20 e 49 anos são a maioria das internadas no país, quando a maior parte desta população esta imunizada com pelo menos duas doses. Ou seja, a pandemia que eles afirmam ser de NÃO VACINADOS é DE VACINADOS COM DUAS DOSES.

Outra noticia que os fact-checkers não contaram à você é que o Ministério da Saúde israelense foi pego em flagrante manipulando dados retroativamente.

Aqui temos a captura de tela do painel de controle do Ministério da saúde israelense, entre o dia 4 de outubro versus 12 de outubro ( lembrem-se que os gráficos “printados” pelo COMPROVA são do dia 06 de outubro, ou seja, está dentro desta estatística).

Esta não é a primeira vez que se alega que o Ministério da Saúde bagunçou drasticamente os dados publicados. Há algumas semanas, o Ministério da Saúde publicou um post no Facebook intitulado: “Vamos falar sobre os efeitos colaterais”, em que alegou que houve muito poucos relatos de efeitos colaterais da dose de reforço. O post, depois de segundos publicado começou a receber milhares de comentários, cerca de trinta mil, incluindo milhares de relatos de eventos adversos. Cerca da metade dos comentários foram sistematicamente removidos, incluindo a maioria dos relatos de efeitos adversos. O Ministério da Saúde afirmou que “as respostas ocultas incluíam palavrões, comentários abusivos, mentiras e notícias falsas e que a ocultação foi feita pelo Facebook automaticamente e não pelos administradores da página”.

Yaffa Shir-Raz, PhD, é pesquisadora de comunicação de risco e professora da Universidade de Haifa e do Centro Interdisciplinar de Herzliya em Israel. Através de uma investigação jornalística, ela publicou evidências de manipulações de dados dentro do site do Ministério da saúde, neste mesmo período entre os dias 04 de outubro ao 12 de outubro.

Este é o artigo escrito e publicado por Yaffa Shir-Raz no dia 10 de outubro em sua pagina no Facebook:

link: https://m.facebook.com/photo.php?fbid=10159510950582629&id=677092628&set=a.176158472628&source=48&ref=content_filter

Aqui está a tradução:

Com base nos dados do painel do MOH ( Ministério da saúde de Israel), uma análise conduzida por membros do Conselho de Emergência Pública de Israel para a Crise de Corona demonstrou que a eficácia do reforço Pfizer COVID-19 é muito mais baixa do que a alegada no estudo NEJM ( New England Journal magazine) apresentado pela Dra. Sharon Alroy-Preis ao Painel FDA.

Há poucos dias, o Conselho de Emergência Pública de Israel para os membros da Crise Corona publicou os resultados de uma análise da eficácia do reforço da vacina Pfizer. Os pesquisadores, Oz Koren, Prof. Shoshy Altuvia e Prof. Retsef Levi, analisaram dados publicados pelo Ministério da Saúde de Israel (MOH) em seu painel de controle público, relacionados ao número de casos positivos de COVID-19 identificados entre israelenses que retornaram através do aeroporto nacional entre passageiros vacinados vs. não vacinados.

O gatilho que levou à análise foi a publicação no The New England Journal of Medicine em 15 de setembro de 2021, de um estudo conduzido por um grupo de pesquisadores, incluindo a Dra. Sharon Alroy-Preis, Chefe dos Serviços de Saúde Pública do Ministério da Saúde de Israel , sobre a eficácia de reforço. O estudo afirma uma redução relativa no risco de infecção por COVID-19 de 11,3 entre a população com mais de 60 anos que recebeu uma dose de reforço em comparação com aqueles que não receberam.

“O problema é que este estudo é severamente tendencioso, porque não leva em consideração um fator importante – as pessoas que não receberam o reforço são testadas muito mais do que aquelas que receberam”, diz Oz Koren. “Embora o Ministério da Saúde tenha dados sobre isso, os autores daquele estudo não levaram em consideração”.

Para resolver o problema e tentar avaliar a verdadeira eficácia do reforço na população, Koren, Prof. Altuvia e Prof. Levy decidiram se concentrar em um grupo específico para o qual os dados estão disponíveis no painel de controle do MOH – israelenses retornando do exterior.

“A vantagem dos dados obtidos no teste realizado no Aeroporto Ben Gurion é que cem por cento das pessoas são testadas”, explica Koren. “Este é um cenário único onde indivíduos vacinados e não vacinados são testados (quase) na mesma intensidade, o que permite uma avaliação mais objetiva do reforço e da eficácia do Green Pass na prevenção de infecções”, escreveram os pesquisadores.

A análise foi realizada em dados publicados em 25 de setembro de 2021 no painel de controle, refletindo as definições modificadas do status de vacinado e não vacinado após a injeção de reforço da Pfizer, com base na qual a nova elegibilidade para um Passe Verde é determinada. Essa mudança significa que as pessoas que foram vacinadas há mais de seis meses e não receberam a dose de reforço foram contadas como “não vacinadas”.

Suas descobertas foram surpreendentes: a análise sugere que a proteção relativa da dose de reforço contra a infecção é significativamente menor do que a anunciada de 10 a 11 vezes (mais de 90 por cento) pelo MOH, provavelmente em torno ou até menos de 2,75 vezes ( cerca de 65 por cento).

Simplificando, o estudo demonstra que, sob um regime de teste relativamente igual, os vacinados e os não vacinados mostram taxas de infecção muito mais semelhantes.

“A análise levanta questões fundamentais sobre a razão de impor a nova política do Green Pass, pois parece que ela não será eficaz na eliminação de infecções de verdade, especialmente considerando o declínio esperado na eficácia do reforço ao longo do tempo”, escreveram os pesquisadores. ” Na verdade, a política do Green Pass poderia encorajar a percepção errada em pacientes de alto risco de que eles estão protegidos em torno de indivíduos vacinados, ao passo que eles podem infectar e ser infectados. ”Além disso, eles observaram que“ Esta análise destaca os problemas metodológicos fundamentais na atual avaliação de eficácia pelo Ministério da Saúde e apela a uma avaliação mais ampla e aberta. "
A publicação foi lançada pelo Conselho de Emergência Pública de Israel em 5 de outubro e distribuída em Israel e no exterior. E então algo inesperado aconteceu: dentro de 24 horas após a liberação, o histórico de entrada de casos positivos no aeroporto foi reescrito pelo Ministério da Saúde, mudando drasticamente o status de vacinação dos casos confirmados diariamente, retrocedendo em um período de meses.

“Por exemplo (como pode ser visto nas imagens abaixo, divulgadas pelo conselho), se originalmente em um determinado dia havia 118 casos confirmados vacinados versus 242 não vacinados – de repente tornou-se 10 vacinados versus 350 não vacinados”, explica Koren. “Ou seja, mudanças flagrantes, que nosso exame mostra que foram feitas ao longo de meses. Eles não apenas ‘arredondaram’ os cantos – mas, na verdade, reescreveram drasticamente toda a história.”

“É importante observar que nenhuma atualização foi feita nas configurações do Green Pass”, disse Koren. “As populações foram atualizadas de acordo com os dados do Green Pass já em setembro.”

O que o Ministério da saúde não levou em consideração é o fato de que não só o município salvou as capturas de tela do painel de controle, mas também a plataforma waybackmachine do arquivo da Internet (um tipo de biblioteca digital que preserva o histórico dos sites e oferece acesso gratuito ao público em geral ) também pode ser usado para rastrear o histórico do painel de agosto a setembro.

“Essa plataforma é muito importante, porque se você baixar dados do Excel, pode-se alegar que alterou os dados”, explica Koren. “Então eu também fiz vídeos onde mostrei as mudanças drásticas feitas pelo Ministério da saúde de acordo com as capturas de tela e as mudanças no painel. Os vídeos são o testemunho. É como um vídeo de segurança. Você pode deletar um vídeo de segurança, mas você não pode fazer ninguém aparecer lá de repente. E isso foi feito em números, em dias diferentes. ”

O Conselho divulgou capturas de tela dos dados originais, bem como dos dados “revisados”, que aparentemente se destinavam a antecipar as Análises do Aeroporto do Conselho. Assim, pode-se comparar os gráficos que se referem a uma determinada data – o gráfico original (do arquivo da web) com o gráfico atualmente exibido no painel e ver facilmente as mudanças drásticas feitas a eles.

Esta não é a primeira vez que se alega que o Ministério da Saúde bagunçou drasticamente os dados publicados. Apenas uma semana atrás, o Ministério da Saúde publicou uma postagem no Facebook intitulada “Vamos falar sobre os efeitos colaterais”, em que alegou que houve muito poucos relatos de efeitos colaterais da dose de reforço. O post logo recebeu cerca de trinta mil comentários, incluindo muitos milhares de relatórios de eventos adversos. Cerca de metade dos comentários foram sistematicamente removidos, incluindo a maioria dos relatórios de eventos adversos. O Ministério da Saúde afirmou que “as respostas ocultas incluíam palavrões, comentários abusivos, mentiras e notícias falsas” e que a ocultação foi feita em parte “pelo Facebook automaticamente e não pelos administradores da página”.

Mas desta vez não se trata de excluir comentários do Facebook, mas sim do painel de controle do próprio Ministério da saúde, e não apenas de excluir informações, mas, na verdade, de uma reescrita sistemática das estatísticas relacionadas à vacina Pfizer.

“O Ministério da Saúde continua bagunçando os dados”, diz Koren. “Eles estão continuamente pegando dados e brincando com eles como bem entendem, simplesmente para nos apresentar a imagem que querem que vejamos, de acordo com a narrativa que querem nos vender a cada momento”.

O Ministério da Saúde ainda não respondeu a um pedido de comentário.

Em um post no twitter Yaffa lança o alerta:

“Este caso é um sinal de alerta para o mundo: você não pode confiar nos dados vindo do Ministério da saúde de Israel, pois eles são manipulados, distorcidos e jogados.”




Que pena que o Estadão, Comprova e seus 24 grupos alinhados com a mentira, não tinham essas informações…..


Eles acabam a matéria condenando os “autores” da LIVE acusando-os de manipulações, informações enganosas, dando a entender que nós éramos um perigo para a sociedade, sem contar na tentativa de desqualificar a minha pessoa escrevendo: “ Karina Michelin, “que afirma “ ser apresentadora, jornalista e atriz”, inserindo uma frase minha da qual tenho um enorme orgulho de honrá-la e de objetiva-la: “Evoluir a espécie humana neste mundo contemporâneo, completamente focado na arte do pensamento livre”, objetivo este que não pertencem a vocês, que lutam constantemente para que ninguém seja livre, nem mesmo o pensamento.

Vale também ressaltar meus queridos fact-checkers, que eu não afirmo ser jornalista, atriz e apresentadora baseado no fruto da minha imaginação: eu SOU. Com certeza absoluta, venho de uma escola de vida bem diferente das suas, baseada na moral e na ética defendendo os princípios da verdade honrando o meu compromisso com a sociedade.

A única verdade que vocês escreveram nesta matéria tendenciosa foi: “ Essa é a quarta vez que vídeos de Karina são verificados pelo Comprova”, o único parágrafo honesto.

Eu e Mauricio realmente não somos especialistas da saúde, assim como vocês também não são. Em nenhum momento apresentamos tanta desinformação, manipulações e informações enganosas como vocês trouxeram neste texto.

E para finalizar, espero que esta seja a última vez que vocês envolvam o meu nome nas suas narrativas mentirosas e manipuladoras.

Da próxima vez que vocês forem escrever um texto omisso, manipulador e tendencioso, lembrem-se da frase de François Rabelais:

“Ciência sem consciência não passa da ruína da alma.”

Façam um exame de consciência, se é que vocês tem uma, de quantas pessoas morreram e continuam a morrer por mentiras e manipulações espalhadas por vocês.

Este trabalho está originalmente em: Karina Michelin | saiba mais em karinamichelin.com

Jornalista independente, inscrita e registrada no setor no dia 12 de abril de 2012, na cidade de São Paulo- Brasil. Karina não exerce a sua profissão de maneira convencional, não trabalha para jornais ou mídias do mainstream, não escreve em troca de comissões, não possui editores nem distribuidores e não tem patrocinadores.

Simplesmente coloca o seu trabalho a serviço dos cidadãos, sem filtros, sem censura e sem intermediários.

Karina busca trazer as informações de forma consciente com um único objetivo:

Despertar a espécie humana através do Livre pensamento.
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Autor: Coletividade Evolutiva

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