Coronavírus: Aumenta a pandemia e mortes, mesmo estando em isolamento

Coronavírus: Aumenta a pandemia e mortes, mesmo estando isolados em casa

Afinal, as autoridades governantes estão combatendo as pessoas, ou o vírus? Vivemos tempos únicos nessa era do novo coronavírus, covid-19, no qual, tem levado muitas pessoas a ficarem doentes de outras doenças preexistentes, e consequentemente agravando doenças já existentes. Uma coisa é certa, com as restrições na liberdade da sociedade, é esperado sentir-se mal, ansioso, com raiva, insatisfeito ou triste diante dessa pandemia "revolucionária". Muitos casos de pessoas doentes por não covid-19, estão sendo "confundidas", e isso está elevando o número de mortes, não recebendo o devido diagnóstico real e seu devido tratamento correto. Não é novidade que a própria Organização Mundial de Saúde, tinha atualizado o seu "conselho mundial", para diagnosticar qualquer paciente com alguma doença, de suspeito ou se morrer, pelo novo coronavírus.

Os efeitos devastadores do covid-19, já estão avançando a agenda globalista, de redução populacional, que até então era rotulada de teoria da conspiração. Dados oficiais, apontam, que mais de 5,6 milhões foram infectados pelo covid-19 e mais de 350 mil mortes foram registradas. Já prejudicou a economia, a força de trabalho humano, e vida de milhares de famílias, e o preparado da agenda globalista, é caminhar para uma Nova Ordem Mundial, no qual o chamado lockdown (bloqueio ou privação de liberdade) será o mínimo diante das restrições em uma nova ordem globalista, centralizara e totalitária.

Além do covid-19, o mundo está sofrendo um avançado ataque mental.


Recentemente um relatório da política da Organização das Nações Unidas (ONU) revela que a pandemia tem causado uma grande crise de saúde mental. O vírus covid-19 não está apenas atacando nossa saúde física; também está aumentando o colapso mental, causando sofrimento psicológico: tristeza pela perda de entes queridos, choque pela perda de empregos, isolamento e restrições de movimentação em "espaço público", dinâmica familiar difícil, incerteza e medo pelo futuro”, alertou o secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, em uma mensagem em vídeo.


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Como mostra um levantamento com 4 693 brasileiros feito pela Área de Inteligência de Mercado do Grupo Abril, em parceria com a MindMiners, 54% dos cidadãos estão extremamente preocupados com a situação da Covid-19.

um estudo da Universidade Brigham Young, nos Estados Unidos, estima que a falta de contatos sociais traz riscos à saúde comparáveis a fumar 15 cigarros por dia e chega a ser duas vezes mais danosa que a obesidade. Para piorar, nas raras vezes em que nos aventuramos no mundo exterior nas visitas ao mercado ou à farmácia, somos confrontados com rostos cobertos por máscaras, que nos impedem de interpretar as emoções dos interlocutores. Não há dúvida de que, como seres sociais, necessitamos da troca de experiências, do diálogo e da convivência em comunidade para sermos felizes.

As pessoas precisam ir realizar exercícios em parques ou ir morar perto da natureza, para evitar agravamento de doenças nessa pandemia.


Muitos de vocês que estão lendo isso provavelmente já ouviu dizer que viver em torno da natureza é melhor para sua saúde, e eleva a expectativa de vida. Além disso, a simples falta do exercício diário dos brasileiros, que acordavam cedo e iam para o seu trabalho pode ser um grande fator nas milhares de mortes por outras doenças.

Morar mais perto da natureza é bom para o cérebro. Pesquisadores alemães já descobriram que viver à beira de uma floresta aumenta o poder do cérebro. Viver perto de uma abundância de árvores torna os adultos menos estressados ​​porque fortalece uma área do cérebro que controla o processamento emocional, eles descobriram. A amígdala, uma área de matéria cinzenta vital para o processamento da ansiedade.

Os cientistas sugeriram há muito tempo que viver perto das florestas é bom para você, mas as descobertas são as primeiras a fornecer evidências físicas. Os habitantes da cidade correm maior risco de doenças psiquiátricas, como depressão, transtornos de ansiedade e esquizofrenia do que aqueles que moram perto da natureza. O ruído, a poluição e o alto número de pessoas no pequeno espaço de uma cidade também podem contribuir para o estresse crônico.
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Fabio Allves

Fabio Allves
Criador do Coletividade Evolutiva; Um autodidata ávido pensador livre, eu parti em uma missão em busca da verdade e despertar. Desde meu autoconhecimento há vários anos, minha paixão por conhecimento e justiça me levou a uma jornada em busca de pesquisas profundas. Questionando as raízes que constitui aparentemente nossa “realidade”, e como o condicionamento social afeta nossa busca coletiva pela verdade em todos os aspectos da vida. Tem como objetivo trazer às informações que está livremente correndo nas mãos do público, para ajudar a facilitar o fluxo complexo de informações, de modo que outros posam facilmente alcançar seu próprio despertar. | Telegram

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