Bolsonaro fascista: Entregando tudo nas mãos do poder oligárquico internacional

Bolsonaro fascista: Entregando tudo nas mãos do poder oligárquico internacional

Nosso país está nas mãos de um presidente antipatriota e antibrasileiro, Entregando nossas riquezas naturais nas mãos do poder oligárquico internacional, Bolsonaro, chamou nosso país de lixo, em outras palavras o brasileiro, antes chamou os estudantes, de idiotas úteis, massa de manobra, esse é o mesmo que bate continência para a bandeira americana, fica de joelho para seus patrões internacionais, o fascismo é imenso, e as bases do país se deteriorando cada dia com o fascismo no poder. 

Ao privatizar nossas riquezas naturais ou empresas/serviços, como muitos também antes de Bolsonaro o fizeram, o Brasil perde parte de sua soberania, pois, entrega de bandeja ao capital internacional o controle e o lucro de determinada finalidade, não podendo o Estado fazer mais nada para  proteger a população da ambição capitalista internacional.

Ao privatizar uma empresa, o Estado entrega à iniciativa privada uma empresa construída com dinheiro público. Ou seja, o trabalhador paga com seus impostos ao Estado para que este invista em determinada empresa e depois o Estado vende a empresa à iniciativa privada. Logo, dinheiro público é usado para enriquecer a iniciativa privada.

Todos sabemos que os políticos que privatizam nossas riquezas naturais, sempre receberão favores das empresas que porventura façam ganhar as licitações e leilões. Logo, as privatizações servem para enriquecer e perpetuar no poder o partido privatizador.

As privatizações causam desemprego. A iniciativa privada, ao tomar o controle de uma empresa pública, não pensará duas vezes antes de demitir seus funcionários. Logo, as privatizações são ruins para os trabalhadores dessas empresas, que ficarão ameaçados de perderem seus empregos, sendo muitos deles demitidos ou substituídos por máquinas “inteligentes”.

Você pode perguntar, com qual finalidade fariam isso? — A empresa privada não tem o objetivo de prestar um bom serviço público, o objetivo da empresa privada é o lucro, não importando como. Logo, o serviço prestado ao cidadão é deteriorado. E a desigualdade, com as privatizações, os serviços têm seus preços aumentados e os pobres ficam inaptos para acessá-los. Logo, só quem tem dinheiro poderá gozar pelo serviço privado e será aumentado o abismo entre os ricos e os pobres.

Com as privatizações, grupos estrangeiros passam a comprar as empresas estatais e a repassar ao exterior os lucros do trabalho do brasileiro. Logo, as privatizações geram fuga de todo o lucro e recursos para os bolsos dos donos internacionais e fazem o Brasil ficar mais pobre, e nunca mais o dinheiro voltará, a não ser que o país se endivide mais para o Brasileiro pagar mais impostos.

Dr. Enéias já tinha previsto essa destruição da soberania Brasileira, assista até o final para entender veja:


Patriota falso, Bolsonaro entrega de graça a BR Distribuidora para o poder oligárquico internacional

Artigo originalmente publicado em: http://www.sindipetrolp.org.br

Nacionalista por fora, entreguista por dentro. Este é o presidente Jair Bolsonaro, responsável na última terça-feira (23) pela privatização da BR Distribuidora. Com a venda de 30% do capital da subsidiária por R$ 9,6 bilhões, a Petrobrás perde o posto de principal controladora da maior distribuidora do país. Foi o segundo e fatal ataque sobre a empresa, sendo o primeiro capítulo desse crime contra a soberania nacional a venda, em 2017, de 29% de suas ações.

Um verdadeiro filé mignon, cobiçado pelas empresas privadas há anos, foi vendido por algumas moedas e agora passa para as mãos de bancos como JP Morgan, Itaú, Santander, Bank of America, Merril Lynch, Credit Suisse, Citibank e XP Investimentos.

Para quem tem dúvidas de que a BR foi vendida a preço de banana, basta lembrar que só em 2018 ela fechou o ano com lucro de R$ 3,2 bilhões. Além de recuperar esse valor rapidamente, os novos controladores terão à sua disposição cerca de 30% do mercado de combustíveis e lubrificantes, quase oito mil postos e atuação em 99 aeroportos.

O vice-diretor de comunicação da Associação dos Engenheiros da Petrobrás (AEPET), Fernando Siqueira, classificou a venda como “péssimo negócio para Petrobrás e país”. Em entrevista ao programa Faixa Livre, ele apresentou o tamanho do prejuízo aos brasileiros.

“A BR é a única distribuidora que leva combustível para os confins do Brasil, como o interior do Amapá e Rondônia. Ela leva inclusive de barco, o que outras empresas não se dispõem a fazer porque não dá lucro. O novo acionista majoritário certamente não vai querer assumir este custo e com isso não atenderá mais a população do interior do Brasil”.

No que se refere à Petrobrás, Siqueira explica que também haverá uma perda estratégica.“Quando há aumento do preço da gasolina nacional as distribuidoras privadas compram lá no exterior para vender aqui. E a BR não, sempre compra da Petrobrás - independente de qual seja o preço”. 

Isso sempre ocorreu, lembra Siqueira, mesmo diante de políticas equivocadas. Um exemplo recente é quando Pedro Parente, que comandou a Petrobras de 2016 a 2018, resolveu implantar a política de paridade com os preços internacionais, o que fez a companhia perder 32% de mercado.

Isso sem falar na sabotagem sobre o parque de refino da Petrobrás, pois desde então as refinarias funcionam com 70% da sua capacidade mesmo com condições de produzir mais e suprir a demanda interna de combustíveis. “Essa venda é um processo de privatização que o novo governo está impondo à nação, campos de petróleo de altíssima produtividade, como é o caso do pré-sal, também estão sendo entregues”, denuncia Siqueira.

Eric Gil, economista do Ibeps (Instituto Brasileiro de Estudos Políticos e Sociais), lembra em seu artigo O que perdemos com a privatização da BR Distribuidora? que a privatização da BR vai na contramão do que todas as grandes petrolíferas no mundo querem, que é ter poder em todo o mercado.

"Quem ganha com estas privatizações são os bancos, fundos bilionários de investimentos e grandes especuladores. Paulo Guedes entrega todas as empresas lucrativas do país para as mãos dos seus “ex(?)-”colegas do sistema financeiro (lembrando que ele é um dos fundadores do BTG Pactual, banco que está ganhando bastante com as privatizações do governo Bolsonaro). Todos os lucros que iriam para o governo, para financiar Educação, Saúde, Ciência, Infraestrutura vai para o bolso de grandes empresários e banqueiros, principalmente no exterior."

Se inspirando no privatista e destrutivo governo neoliberal de FHC, dos anos 1990, Bolsonaro e os militares demonstram mais uma vez a demagogia de seus discursos patrióticos. A serviço dos interesses internacionais, sujam as mãos com a imposição de uma profunda recolonização do país à custa da entrega de nossas riquezas e da destruição de empregos e direitos. Fruto de uma histórica e vitoriosa luta popular, a Petrobrás foi criada para atender à população e não o lucro de grupos privados. O mesmo vale para a BR Distribuidora, que agora privatizada seguirá a mesma lógica de qualquer outra corporação: acima de tudo, o lucro.

Péssimo negócio para o Brasil, ótimo para o estrangeiro

Se para a Petrobrás e o Brasil a venda é uma tragédia, para os abutres do mercado financeiro é celebrada como título de campeonato. “Torna-se uma corporação foi uma sábia decisão da BR Distribuidora”, disse Mauro Cunha, presidente da Associação de Investidores no Mercado de Capitais (Amec). Ex-conselheiro da Petrobras, a serviço dos interesses corporativos, uma das grandes “vantagens” salientadas por ele é que “ao deixar de ser estatal, a BR terá mais flexibilidade para contratações de funcionários”.

Ou seja, o que ele apresenta como saldo positivo é justamente o que o movimento sindical petroleiro vem denunciando desde o aprofundamento da venda de ativos. A privatização envolve, necessariamente, a destruição de direitos e demissões em massa.

Salta aos olhos o fato de que mesmo diante dessa privatização o mercado não se dá por satisfeito. Os abutres querem mais. Reportagem da Folha de S. Paulo, por exemplo, afirma que para “promover mais competição no mercado” (leia-se: mais lucros aos estrangeiros) “especialistas” também exigem da Petrobrás a efetivação da privatização de suas refinarias.

E para quem ainda acredita que privatização é o melhor caminho, mesmo diante da trágica política privatista de Collor e FHC como exemplos, basta lembrar que a própria imprensa tem sido obrigada nos últimos tempos a repercutir as diversas reestatizações que vêm ocorrendo mundo afora.

Segundo o Transnational Institute (centro de estudos em democracia e sustentabilidade sediado na Holanda), desde 2000 ao menos 884 serviços foram reestatizados no mundo. As reestatizações aconteceram com destaque em países centrais do capitalismo, como EUA e Alemanha, tidos por muitos liberais como exemplo da privatização da vida.

Na reportagem, é constatado pela entidade o que falamos há tempos. “Isso ocorreu porque as empresas privadas priorizavam o lucro e os serviços estavam caros e ruins”, sendo registrados casos de serviços públicos essenciais que vão desde fornecimento de água e energia e coleta de lixo até programas habitacionais.

Aos petroleiros, movimentos sociais, estudantis, populares e todos os nacionalistas, cabe organizar uma ampla campanha de conscientização sobre os ataques em curso para disputar a opinião pública. Somado a isso, sabemos que não há outra saída: será preciso muito luta para resistir a este projeto de desmonte nacional.


Coletividade Evolutiva

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