Estudo: A exposição a pesticidas durante a gravidez aumenta o risco de autismo na criança

Estudo: A exposição a pesticidas durante a gravidez aumenta o risco de autismo de uma criança em cerca de 10%

Segundo dados do CDC (Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA), existe hoje um caso de autismo a cada 110 pessoas. Dessa forma, estima-se que o Brasil, com seus 200 milhões de habitantes, possua cerca de 2 milhões de autistas. São mais de 300 mil ocorrências só no Estado de São Paulo.

“Especialistas” nos fazem acreditar que o transtorno do espectro do autismo (TEA) é uma condição “em grande parte genética”, mas esses aumentos dramáticos indicam claramente que na verdade não tem nada a haver com genética, pelo menos até a exposição a substâncias que podem afetar nosso DNA, no qual tem contribuído para o fato de que mais de 2 milhões de Brasileiros vivem com algum tipo de transtorno do espectro do autismo. 

Um estudo recente sugere que um fator contribuinte para o autismo esta ligado a exposição pré-natal e na infância do bebê a pesticidas, que os pesquisadores afirmam que podem aumentar o risco de um transtorno do espectro do autismo em quase 10%

Obs: (Mulheres gravidas que são expostas as vacinas de supostamente imunizar, são carregadas de substâncias altamente perigosas, no qual sendo elas inoculadas, vão direto para o feto, levando assim bebês nascerem com algum tipo de problema, ou até mesmo levar a aborto "espontâneos/provocados") 

O estudo foi conduzido por pesquisadores da Universidade da Califórnia, Los Angeles (UCLA), e publicado no altamente respeitado British Medical Journal (BMJ). Recomendado: Metade das crianças terão autismo até 2025 por causa dos agrotóxicos

Exposição precoce a pesticidas ligada ao aumento do risco de transtorno do espectro do autismo 


Para seu estudo, a equipe de pesquisa da UCLA se propôs a construir estudos anteriores que já haviam confirmado uma ligação entre a exposição pré-natal aos pesticidas e o desenvolvimento anormal do cérebro. Recomendado: Portal Drauzio Varela nega nosso artigo que confirma alumínio nas vacinas e autismo – porem veja os fatos incontestáveis

O Mail explica como o estudo foi realizado: 

A equipe analisou quase 3.000 pacientes diagnosticados com transtorno do espectro do autismo , 445 dos quais também tinham deficiência intelectual. Para comparar, eles incluíram mais de 35.000 pacientes que não foram diagnosticados com transtorno do espectro do autismo Os participantes nasceram entre 1998 e 2010 no California Central Valley, uma área agrícola. Cerca de 80% das crianças eram meninos. Usando dados do Registro de Uso de Pesticidas do estado, os pesquisadores analisaram a exposição que os pacientes teriam antes de nascer e durante a infância a 11 pesticidas comuns. 

A pesquisa confirmou que crianças expostas a pesticidas no útero ou no primeiro ano de vida tinham cerca de 8% mais chances de desenvolver alguma forma de transtorno do espectro do autismo - um aumento no risco que a equipe considerou “leve”. Recomendado: Anvisa nega os fatos e estudos - e a inegável conexão do glifosato ao autismo

No entanto, a conclusão mais chocante do estudo foi que o risco de um diagnóstico de transtorno do espectro do autismo combinado com uma deficiência intelectual, que incluiria problemas com a conceituação, bem como habilidades sociais e práticas prejudicadas, aumentou em impressionantes 50%. 

Em seu resumo de estudo os autores concluem: 

Os resultados sugerem que o risco de um transtorno do espectro autista aumenta após a exposição pré-natal a pesticidas ambientais a 2000 m da residência de sua mãe durante a gravidez, em comparação com filhos de mulheres da mesma região agrícola sem essa exposição. A exposição infantil pode aumentar ainda mais os riscos para o transtorno do espectro autista com deficiência intelectual comórbida. 

A exposição a pesticidas e herbicidas como o glifosato - o principal ingrediente do Roundup, o herbicida mais popular do mundo - já foi confirmado que aumenta o risco de uma ampla gama de doenças , incluindo problemas respiratórios e câncer. 

Este estudo fornece ainda outra razão pela qual esses produtos químicos tóxicos não devem mais ser permitidos para uso na agricultura convencional. 


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