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WhatsApp é invadido, mas não por hackers, e sim por agencias secretas do governo

WhatsApp é invadido, mas não por hackers, e  sim por agencias secretas do governo

A mídia juntamente com as empresas que vendem ilegalmente informações de usuários, criou uma fantasia na mente da sociedade em relação a invasão de privacidade, supostamente realizada por hackers, no qual colocam como vilões da historia (não que alguns não possam ser), porem as forças secretas usam essa visão da sociedade para invadir a vida das pessoas, e  depois de descobertos saem alegando que foram ataques de hackers

Edward Snowden - responsável por expor uma grande quantidade de informações de privacidade digital aos cidadãos dos EUA e do mundo, se não fosse por ele, muitos de nós nem saberiam que a NSA e outros agencias secretas, estavam literalmente registrando todos os nossos movimentos, incluindo as coisas que fomos levados a acreditar pela grande mídia. 

Conversas íntimas com entes queridos, discussões pessoais com familiares, falar mal do sistema, qualquer coisa  podem ser levadas em conta como inimigo do estado - qualquer coisa que você diga que seja tecnicamente contra um governo te coloca na lista negra como um terrorista - e automaticamente com seus dados já em mãos eles podem fazer qualquer coisa que quiserem, inclusive manipula-los para te incriminar mesmo que você não tenha feito absolutamente nada. Um exemplo disso bem claro é que a cada dia estão implementando a inteligencia artificial em nosso meio, principalmente em julgamentos judiciais, no qual pode baixar todas as informações em banco de dados onde estão registrado todos os seus passos .

Segundo a empresa , WhatsApp tem falha de segurança grave, mas sem garantias de segurança com a nova atualização.


A vulnerabilidade, anunciada segunda-feira (13) e confirmada pelo Facebook, no qual anda cheio de escanda-los de venda de informações de usuários - permite que o smartphone seja invadido pelo vírus conhecido como Pegasus. Segundo um grupo de pesquisadores, o programa malicioso é um spyware capaz de acionar câmera e microfone, além de acessar e-mails e arquivos da vítima por meio de uma simples chamada de voz não atendida no app. O WhatsApp diz que está trabalhando ao lado de organizações de "direitos humanos" e agentes policiais dos EUA depois que a vulnerabilidade veio à tona.Recomendado: Por que o monitoramento de conteúdo e a censura da internet

A vulnerabilidade permitia que invasores instalassem códigos maliciosos em iPhones e telefones Android ao tocar uma única vez sem precisar atender. O WhatsApp afirma ter 1.5 bilhões de usuários em todo o mundo e pediu aos usuários que atualizem seus aplicativos depois que ele lançou uma atualização de software . Recomendado: Documentos do Facebook revelam que a empresa negociou dados de usuários

  • Andrew Martin, CEO da firma de segurança cibernética DynaRisk, de Londres, disse ao MailOnline: “Devido à falta de conhecimento sobre o spyware, até mesmo a atualização de software enviada pelo WhatsApp pode não ser suficiente para proteger a privacidade dos usuários.
  • "Embora o ataque tenha começado com o alvo de indivíduos ou grupos específicos, a vulnerabilidade será mais amplamente explorada por grupos menos sofisticados de criminosos virtuais em breve, o que tornará a questão mais disseminada. 
  • “Escândalos contínuos como esses destacam como o Facebook ainda está lutando para proteger efetivamente os usuários em suas plataformas e é evidente que as ameaças de segurança estão evoluindo a um ritmo muito mais rápido do que as empresas podem se adaptar.
  • 'Embora o WhatsApp esteja demorando para mostrar responsabilidade, será interessante ver que danos isso causa à reputação da plataforma.
  • "Enquanto isso, no entanto, os consumidores precisam ser cautelosos e assumir um nível de responsabilidade pela própria segurança pessoal." 

Andrew Martin diz que o consumidor médio não precisa se preocupar com a espionagem patrocinada pelo Estado (Agências secretas, governos ocultos), mas é possível que métodos semelhantes sejam empregados em breve por operações menores de criminosos e hackers para atingir pessoas comuns.

O spyware Pegasus foi desenvolvido pela NSO, empresa israelense que fornece tecnologia de espionagem para governos. Estima-se que 45 países já tenham usado serviços da companhia para roubos de informações privadas. Essa, no entanto, é a primeira vez que o programa espião é descoberto infectando smartphones por meio do WhatsApp.

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Fabio Allves

Fundador:Fabio Allves
Fundador do Coletividade Evolutiva; Um autodidata ávido pensador livre, eu parti em uma missão em busca da verdade de qualquer forma que ela venha. Desde meu despertar há vários anos, minha paixão por conhecimento e justiça me levou a uma jornada em busca de pesquisas profundas. Ao longo da vida busquei explorar os mistérios e os conhecimentos ocultos que cercam o planeta e as origens da humanidade, questionando as raízes do que constitui aparentemente nossa “realidade”, e como o condicionamento social afeta nossa busca coletiva pela verdade em todos os aspectos da vida. A informação está livremente correndo nas mãos do público, então o meu objetivo é ajudar a facilitar o fluxo complexo de informações, de modo que outros posam facilmente alcançar seu próprio despertar e fazer parte da inevitável mudança que acontece ao despertar a sociedade (Saber Mais)