Herbicida glifosato da Monsanto causa câncer, em agricultor segundo júri dos EUA


o  glifosato ingrediente do  herbicida Roundup, da empresa internacional Monsanto contribuiu para o câncer do septuagenário Edwin Hardeman, segundo o juri nos Estados Unidos,Não é mais segredo que a gigante do agroquímico, Monsanto, esta agora enfrentado uma grande pressão da imprensa, por conta de não poder mais sufocar a verdade, e por conta de inúmeras pesquisas independentes e crescentes que mostram que suas misturas químicas estão matando as pessoas- sem mencionar as mais de 285 ações judiciais só em 2018  contra a empresa que atualmente estão pendente apenas em São Francisco EUA.

Baseia-se nessa e outras provas condenáveis ​​de que cerca de 3.500 pessoas queixosos e contadores agora estão processando a Monsanto por tentar encobrir os riscos conhecidos do Roundup, porque, se a verdade tivesse sido revelada desde o início, provavelmente teria evitado que o Roundup fosse aprovado em primeiro lugar. E agora que a corporação multinacional gerou incontáveis ​​bilhões de dólares em lucros da Roundup, o tempo está pronto para que a justiça seja atendida e pelo menos parte desse dinheiro retornar para aqueles que ficaram feridos pela exposição a esta solução nociva.

Roundup contribuiu para o câncer do septuagenário Edwin Hardeman


Segundo o portal em.com,br, o  glifosato ingrediente do  herbicida Roundup, da empresa internacional Monsanto contribuiu para o câncer do septuagenário Edwin Hardeman, segundo o juri nos Estados Unidos, esse é mais um caso de muitos que gigante agroquímico, que já foi duramente condenado em um caso similar no ano passado.

O juri avaliou que Hardeman tinha demostrado que o glifosato era "um fator importante" no desenvolvimento de seu câncer, fechando assim a primeira fase deste julgamento, iniciado em 25 de fevereiro.

A pedido do grupo alemão Bayer, que que fez uma fusão com Monsanto no ano passado, os debates foram organizados em duas fases: uma "científica", dedicada à responsabilidade do glifosato na doença, e outra para abordar uma possível responsabilidade do grupo.

"Estamos muito satisfeitos", disse Jennifer Moore, advogada de Hardeman, após o veredicto. O demandante não falou com a imprensa.

"Estamos decepcionados" com este veredicto, respondeu a Bayer em comunicado.

A segunda fase do processo, a primeira a nível federal, começará na quarta e, desta vez, responderá às seguintes questões: a Monsanto conhecia os riscos? Escondeu-os? Se sim, quais são os danos pelos quais tem que pagar?

Em uma decisão histórica, o grupo já tinha sido condenado em agosto a pagar 289 milhões de dólares a um jardineiro que sofre de câncer.

Essa quantia foi posteriormente reduzida para 78,5 milhões de dólares por um juiz, enquanto a Bayer, paralelamente, recorreu contra os méritos do veredito.

O julgamento de Hardeman, que pode durar mais duas semanas, é considerado um “julgamento de prova” para centenas de outras ações judiciais semelhantes em andamento nos Estados Unidos.
Concretamente, permitirá que as partes determinem se é melhor assinar um acordo extrajudicial para resolver as ações, como geralmente é feito nos Estados Unidos.

O aposentado, que mora ao norte de San Francisco, explicou que pulverizou o Roundup por mais de 25 anos em sua propriedade. E “muitas vezes”, o herbicida entrou em contato com a pele, acrescentou.

Tanto a promotoria como a defesa acusaram-se mutuamente de apresentar estudos tendenciosos, incompletos e insignificantes.

Ao contrário da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA), a Organização Mundial de Saúde (OMS) classificou o glifosato desde 2015 como um provável cancerígeno.


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