Os empregos mais ameaçados pela tecnologia nos próximos anos - Coletividade Evolutiva

Os empregos mais ameaçados pela tecnologia nos próximos anos

Os empregos mais ameaçados pela tecnologia nos próximos anos

Os profundos avanços tecnológicos encontraram diversas maneiras para substituir funções que os humanos têm realizado há décadas. Mas quais trabalhos serão menos e mais afetados? Levantamento divulgado pelo myForesight aponta o risco de extinção de empregos que a automação e a robotização trazem em quatro grandes áreas: profissões que requerem treinamento especializado e graduação nos campos de ciências ou artes (Professional Services), indústria (Fabricação, técnica e manutenção), setores com baixas barreiras de entrada, aqueles que exigem pouca habilidade, experiência e educação (Trabalhos de barreiras de entrada baixa), e negócios que lidam diretamente com os clientes, buscando atender às suas necessidades (Serviços de alto toque). O levantamento foi realizado a partir de dados de pesquisa da Deloitte nos Estados Unidos, da Universidade de Oxford e do Planet Money. Confira:

Risco altíssimo (80% a 100%)

Considerando a categoria Trabalhos de barreiras de entrada baixa, foram listadas profissões como motorista de ônibus, manicure, pintores, atendentes de postos de serviços postais (Correios), telemarketing, telefonistas e garçons. Na área industrial, sofrem alto risco funções como operadores de máquinas de embalagens, profissionais de serviços de manutenção de estradas, montadores e operadores de equipamentos de resfriamento. Considerando serviços que lidam com os clientes diretamente, estão ameaçados guias turísticos, agentes de viagens e vendedores de seguros. Já em Professional Services, os empregos mais ameaçados são os de contadores, corretores e cartógrafos, entre outros.

Risco alto (60% a 80%)

Barbeiros, bartenders, empregados domésticos e carteiros aparecem entre as profissões com alto risco na área de Trabalhos de barreiras de entrada baixa. Também se destacam mecânicos de aviões, carpinteiros e maquinistas na área industrial. Já em Professional Services aparecem bibliotecários, analistas de marketing e inspetor de obras.

Risco médio (40% a 60%)

Nos empregos inclusos na categoria Trabalhos de barreiras de entrada baixa aparece a profissão de guarda de trânsito. Na área que lida diretamente com os clientes, estão as profissões de fotógrafo, massagistas e terapeutas. Em Professional Services, com essa porcentagem de risco, estão economistas, historiadores, executivos de vendas e até programadores de computadores.

Risco baixo (20% a 40%)

Atores, motoristas de ambulância e profissionais funerários são algumas das profissões com baixo risco de desaparecimento entre os empregos com menor qualificação. Comissários de bordo, tradutores e desenvolvedores web, além de detetives, epidemologistas, geólogos, policiais, estatísticos e escritores também têm hoje baixo risco de perderem seus empregos.

Menor risco (0% a 20%)

Atendentes de shopping aparecem com menor risco junto com design de interiores, enfermeiros, veterinários e relações públicas, além de dentistas, advogados, cientistas e sociólogos.

Fonte:
Época Negócios
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Autor: Fabio Allves
Fundador do Coletividade Evolutiva; Um ávido pensador livre, eu partir em uma missão em busca da verdade de qualquer forma que ela venha. Desde meu despertar há vários anos, minha paixão por conhecimento e justiça me levou a uma jornada em busca de pesquisas profundas. A informação está livremente correndo nas mãos do público, então o meu objetivo é ajudar a facilitar o fluxo complexo de informações, de modo que outros posam facilmente alcançar seu próprio despertar e fazer parte da inevitável mudança que acontece ao desperta a sociedade. Saber Mais


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